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Governo Ugandês descobre fraude na ajuda aos refugiados

| Editoria Sociedade | 19/11/2018

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Uma investigação do governo do Uganda sobre alegados fraudes no número de refugiados confirmou que os dados anteriores foram exagerados em 300 mil. Um inquérito oficial conduzido desde Março de 2018 pelo escritório do primeiro-ministro e pela agência de refugiados da ONU, o ACNUR, descobriu que o país abriga 1,1 milhão de refugiados em vez de 1,4 milhão.

A investigação seguiu as alegações de que altos funcionários aumentaram os números e administraram mal os fundos destinados a apoiá-los. Apollo Kazungu, comissário para refugiados no gabinete do primeiro-ministro, e três de seus principais funcionários Walter Omondi, John Baptist Sentamu e Francis Nkwasibweforam suspensos por alegações de conluio com funcionários do ACNUR e do Programa Mundial para a Alimentação para acrescer o número de refugiados. As autoridades supostamente criaram nomes falsos em assentamentos de refugiados e fraudaram milhões de dólares em ajuda.

“Houve também alguns casos de registos múltiplos de pessoas no auge dos fluxos de emergência dos refugiados do Sudão do Sul entre meados de 2016 e meados de 2017, quando os sistemas de registo eram, às vezes, sobrecarregados pelo grande número e velocidade das chegadas. Esses casos foram identificados e removidos do banco de dados”, disseram o governo e o ACNUR em comunicado conjunto.

Novos procedimentos de colecta de alimentos já foram implementados para mitigarem o risco de fraude, garantindo que a assistência seja bem gerenciada e fornecida apenas a refugiados e requerentes de asilo verificados. Thijs Van Laer, director do programa de prevenção e resolução do exílio na Iniciativa Internacional dos Direitos dos Refugiados, disse: “É uma boa notícia que o exercício de verificação foi concluído. Os números mostram que era necessário e que o Uganda ainda abriga um dos maiores números de refugiados do mundo. Esperamos que isso possa ser a base de uma discussão mais honesta sobre o número de refugiados no Uganda, e sobre o que deve ser feito para garantir um financiamento responsável e suficiente”.

 

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