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Crescimento do sector energético angolano

| Editoria Economia | 20/11/2018

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Foram investidos no sector energético 17 mil milhões de dólares, ou seja, cerca de 30% da dívida pública contraída até o fim de 2017, segundo dados da Direcção de Gestão da Dívida Pública do Ministério das Finanças.

No Plano Desenvolvimento Nacional (PDN 2018-2022),  o Governo prevê um crescimento médio anual no sector de 7,7%, com melhor desempenho para este ano, em que regista um crescimento de 30% face ao ano passado, com o resultado da entrada em funcionamento do Aproveitamento Hidroeléctrico de Laúca, com uma potência instalada de 1.320 megawatts e do projecto de Ciclo Combinado do Soyo, cuja potência é de 480 MW. 

Nos últimos quatro anos, as perdas de energia caíram quase 10% saindo dos 1.530 GWh registados em 2014 para os 1.379 GWh do ano passado, apesar de em termos homólogos ter registado um aumento ligeiro de 5% em 2017. A nível da distribuição, no primeiro semestre de 2018, a ENDE adquiriu mais 20,7% de energia comparado ao semestre homólogo, o que aumentou cerca de 21% da energia distribuída. Sendo a electificação total do país um desafio maior, a aposta na exportação de energia para os países vizinhos, como fonte de entrada de divisas, deve ser uma preocupação e ter em conta no médio prazo.

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