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ESTADOS UNIDOS DEMOCRATAS RECUPERAM CÂMARA DOS REPRESENTANTES

| Editoria Destaque | 20/11/2018

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O Partido Democrata americano recuperou nas eleições intercalares do dia 6 de Novembro a maioria dos lugares na Câmara dos Representantes, pondo fim à hegemonia Republicana que durava há oito anos. Foi um duro golpe aos dois últimos anos que restam do mandato do Presidente Donald Trump que, apesar da onda azul Democrata no Congresso, viu reforçada a sua maioria no Senado.

Estas eleições foram marcadas com uma grande participação do eleitorado americano, que elegeu o maior número de candidatos femininos da história americana e a maior diversidade étnica e religiosa de que há memória. A conquista da maioria no Congresso por partes dos Democratas faz deslizar as placas teutónicas entre a Casa Branca e a Avenida da Pensilvânia, onde se situa a Câmara dos Representantes.  Neste hemiciclo, os Democratas poderão bloquear leis e projectos como a construção do muro na fronteira com o México e a liquidação do ObamaCare. Poderão, igualmente, impulsionar os seus projectos políticos e mesmo decidir sobre a investigação dos negócios de Donald Trump, embora se considere muito difícil porque necessitaria de dois terços do Senado, onde os Republicanos possuem uma maioria mais que confortável.

A chamada vaga azul Democrata não teve força para tomar o Senado, onde Trump reforça ainda mais a sua maioria, e onde só estavam em disputa 35 lugares, do total de 100 senadores. Esta votação espelha, de certa maneira, a profunda divisão americana e deverá levantar amplas análises políticas do funcionamento da sociedade, e também dos aparelhos partidários.

O voto das zonas rurais, tradicionalmente mais conservadoras, preferiu o Partido Republicano enquanto os democratas ganharam nas zonas urbanas e suburbanas. Também recuperaram as zonas industriais de Michigan e Wisconsin, que tinham perdido em 2016. Estas eleições foram um sucesso para o movimento feminista #Me Too, que protesta contra o assédio sexual, ante um Presidente que se tem caracterizado por comentários de carácter sexista.

Nestas eleições tombaram muitas outras barreiras e tabus: o estado do Colorado elegeu Jared Polis, um candidato abertamente homossexual; Nova Iorque elegeu Alexandra Ocasio-Cortez, a mais jovem americana a entrar no Congresso e o estado de Michigan elegeu Raschida Tlaeb, a primeira muçulmana da história americana.

O Presidente Donald Trump beneficiou bastante dos excelentes resultados da economia americana, ao mesmo tempo que tentou galvanizar o seu eleitorado em discursos contra a imigração, que ele vê como veículo de violência e de criminalidade, prometendo enviar 5 000 soldados para a fronteira mexicana para travar qualquer tentativa de passagem clandestina.

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