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MÉTODOS DE AL CAPONE EM VÉSPERAS DE ELEIÇÕES AMERICANAS

| Editoria Destaque | 20/11/2018

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Os serviços de segurança americanos conseguiram neutralizar vários pacotes bomba endereçados pelo correio a figuras emblemáticas do Partido Democrata americano, entre as quais o ex-presidente Barack Obama e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, numa clara campanha de intimidação a duas semanas das eleições para o congresso americano.

O primeiro caso deu-se a 21 de Outubro passado em Nova Iorque, com um destinatário que é visto pela extrema-direita americana como um vilão causador de todos os males norte-americanos e autor de todas as conspirações internacionais, George Soros, multimilionário, político e filantropo de origem húngara, que tem apoiado causas próximas do Partido Democrata.

No dia seguinte, a segurança afecta a Hillary Clinton e família, na sua casa familiar em Chappaqa, suspeita de um pacote suspeito, que veio a revelar-se um explosivo artesanal pronto para explodir; quando terceiro pacote bomba é interceptado pela segurança de Barack Obama, os serviços secretos americanos não têm mais dúvidas que estavam perante uma vaga de atentados dirigida contra altas figuras emblemáticas do movimento democrata americano.

E mais outras encomendas começam a ser interceptadas em cascata: um explosivo do mesmo género foi endereçado a John Brennan, antigo conselheiro de Obama e figura proeminente da cadeia televisiva CNN, que tem assumido um tom crítico em relação ao comportamento de Donald Trump; a congressista amerina Maxime Watters que criticou Trump no Verão passado, foi outra visada, assim como Eric Holder, antigo procurador da Flórida, nomeado durante o mandato de Obama.

Os investigadores dizem que é cedo para determinar qual foi o motivo, e potenciam as investigações sobre os sítios de venda da origem dos componentes dos explosivos, antes de poderem indicar prováveis suspeitos do s atentados.

O clima de ódio acendeu como um fogo na pradaria da política americana, com os democratas a acusar o presidente americano Donald Trump de incentivar o clima de violência, nos seus ataques constantes à liberdade de imprensa e aos jornalistas; por outro lado os republicanos acusam os democratas, especialmente Maxime Watters e Eric Holder (dois dos visados pelas bombas) de propiciar um clima de violência na sua acção política contra Trump.

A sociedade amerina espera uma reacção forte do presidente americano contra esta vaga de atentados, mas ele limitou-se a “apelar à união “ e condenar de forma branda o ataque bombista de altas figuras democratas.

A atitude mole de Trump, valeu um comentário acerbo de Joe Tucker, presidente da CNN, que acusa Trump de mostrar uma “total falta de consciência sobre a seriedade dos seus ataques verbais”.

Por sua vez, o presidente da Câmara de Nova Iorque, Bill Blasio, apelou a uma atitude calma, “para fazer descer a temperatura, e acabar com as mensagens sobre o uso da violência, contra pessoas de de quem discordamos. E isso tem de começar no topo”, terminou ele referindo-se a Donald Trump.

 

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