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África do Sul: País sai oficialmente da recessão

| Editoria Economia | 05/12/2018

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A África do Sul saiu oficialmente da recessão, depois de ter registado um crescimento de 2,2%, no terceiro trimestre de 2018, anunciou o Instituto Nacional de Estatística (StatsSA).

O anúncio foi feito alguns meses antes das eleições legislativas, aprazadas para o primeiro trimestre de 2019.

O Produto Interno Bruto (PIB) da África do Sul recuou de 2,6% para 0,7%, no primeiro e segundo semestres do corrente ano, ilustrando uma má saúde da economia.

Segundo o StatsSA, a saída da recessão deveu-se ao crescimento da indústria, da agricultura e do sector dos transportes.

Os feitos reforçaram a confiança na economia sul-africana e o desejo dos investidores de apostar no rand, segundo o analista Lukman Otunuga, de ForexTime (FXTM).

Em forte baixa nos últimos meses, a moeda sul-africana reforçou-se nas últimas semanas e beneficiou do abrandamento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China.

Há anos que a África do Sul sofre de um crescimento lento e de uma taxa de desemprego de 27%.

Registou um crescimento de 1,3% em 2017 e de (+0,6% em 2016), e os analistas antecipam um número de 1,8% para 2018.

Ela já viveu uma situação de seis meses de recessão técnica no fim de 2018 e início de 2017.

O Presidente Cyril Ramaphosa, que sucedeu a Jacob Zuma, em Fevereiro, prometeu relançar a economia, adoptando nomeadamente os investimentos estrangeiros e erradicar a corrupção.

Em Setembro, para evitar uma nova degradação da nota financeira pelas agências de notação, anunciou um plano de relançamento da economia, por via de desenvolvimento do turismo e um programa de infra-estruturas.

Porém, muitos analistas estão  preocupados com os potenciais efeitos nefastos do seu projecto de reforma agrária, nos mercados.

Cyril Ramaphosa quer autorizar as expropriações sem indemnizações para corrigir as injustiças agrárias do apartheid em benefício da maioria negra.

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