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Por detrás da paridade!

Odete Costa Semedo | Editoria Opinião | 17/12/2018

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Para muitos, este é o momento reservado às mulheres, um tempo bom, de inclusão e de participação mais proativa, tanto ao nível das esferas de decisão política, quanto na vida empresarial e bancária, todas elas territórios masculinos. Acredita-se que as novas tecnologias de informação e comunicação inverteram, de forma crucial, o circuito do poder, levando a que o poder da força tenha perdido terreno diante da força do empoderamento feminino. Será?

A taxa da participação feminina nos domínios públicos subiu, não só por vontade dos homens, mas porque à consciência e ao espírito da coisa se juntaram medidas subjacentes a ações afirmativas, implementadas pelo Estado e pela sociedade civil, visando corrigir as distorções culturais e históricas. Chegaram as leis da quota – que define a participação de mulheres nas instâncias de decisão – e da paridade, que estabelece igual representatividade de mulheres e homens nos órgãos elegíveis. Tudo isso são caminhos que se vem fazendo ao longo dos séculos, para que a mulher possa usufruir de igual oportunidade e benefícios que os homens.

Felizes deveriam estar as mulheres diante destas constatações, não fosse a violência com que ainda continuam a ser confrontadas, como o recente caso de ameaça de espancamento a uma ministra guineense. Caso inédito, reconhece-se! O mesmo sujeito, ao reafirmar perante um jornalista que podia ter espancado a senhora, referiu, para que dúvidas não houvesse: Tenho força para espancá-la! Cruz credo! E em pleno século XXI? Fosse no antigamente, perante tal desatino, era saída à rua de mulheres grandes para esconjurar e rogar praga ao infeliz. Hoje, nos países em que a justiça não está sequestrada por grupos com objetivos inconfessos, há instrumentos legais que podem ser acionados para se defender de agressores dessa índole.

 

[ Texto  Publicado na edicção Nº135  da revista África21]

 

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