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| Editoria | 20/12/2018

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Por Roberto Sandoval

As recentes declarações da primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre a ideia de prolongar o período de transição após o Brexit, foram interpretadas de forma diferente em Bruxelas e Londres. Para os europeus, ficou claro, que embora não rejeite essa hipótese, a líder conservadora não se mostrou abertamente interessada em avançar nesse sentido.

MAS PARA OS BRITÂNICOS A ideia que ficou, foi que ela estaria disposta a manter o país alinhado com a União Europeia, muito para além da data do Brexit, com custos políticos e financeiros acrescidos, o que não agrada aos eurocépticos.

Como confirmou a própria Theresa May no fim do Conselho da Europeu, as últimas conversações para desbloquear o impasse do Brexit emergiu a ideia de alargar o período de transição como uma possível solução para o problema do “back-stop” da Irlanda, a claúsula que a União Europeia inscreveu no acordo de saída para manter a “invisibilidade” da fronteira entre a República da Irlanda e a Irlanda do Norte. Para o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Junker, é “uma boa ideia” porque daria às duas equipas o tempo de manobra para negociar a futura parceria política indispensável entre os dois blocos económicos e assegurar mecanismos políticos.

O presidente do Conselho Europeu afirmou que os 27 países que compõem a União responderam politicamente pela positiva, que estariam dispostos a aceitar a proposta britânica de um alargamento do prazo fixado anteriormente. Theresa May, sob o fogo das críticas dos eurocépticos liderados por Jacob Rees-Mogg, procura furtar-se à questão assumindo uma posição ambígua: “Para já existe apenas uma ideia, uma opção para alargar o prazo por mais alguns meses. Mas eu não estou aqui para propor uma extensão, até porque ficou resolvido que não seria necessário, já que estamos a trabalhar da nossa relação futura para além de Dezembro de 2020”.

{Leia o artigo na integra  na edicção 135 da Revista África21, mês de Dezembro}

 

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