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O BALANÇO DO PASSADO PARA CONSTRUIR UM NOVO FUTURO

Fernando Pacheco | Editoria Artigo | 20/12/2018

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Por: Fernando Pereira

A visita do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, aguardado com grande expectativa em Portugal, saldou-se por declarações mútuas de interesse, realçando o presidente angolano o compromisso de criação de “uma nova Angola de transparência”, no firme restabelecimento da “autoridade nas instituições” e repor “mais confiança nas instituições”.

Condecorado com a Ordem do Infante D. Henrique, que repartiu com a primeira-dama, Ana Dias Lourenço, recebido com grande emoção na Assembleia da República, onde o seu discurso firme conquistou o aplauso de todos os deputados (com excepção do Bloco de Esquerda), pode dizer-se, em resumo, que uma nova era de relações começou entre os dois países.

O combate à corrupção, a isenção de vistos entre os dois países, o pagamento parcial da dívida a Portugal, o convite ao investimento empresaria, mais de uma dezena de acordos assinados em vários domínios, a vontade de construir uma parceria que ultrapasse uma mera relação económica entre os dois países, o discurso firme e aberto de João Lourenço, foi dissecado pela imprensa portuguesa com nota positiva.

Para trás fica o passado com altos e baixos, uma diplomacia demasiada emocional, com momentos de sorrisos e lágrimas, com todos os ingredientes de romance passional.

A CRÓNICA DA RELAÇÃO DO PASSADO  

Quarenta e três anos passados numa relação que nem sempre foi pacífica, é tempo mais que suficiente para se fazer um balanço, ainda que ligeiro das relações entre Angola e Portugal.

Portugal ainda não se terá desapertado completamente do legado ideológico prevalecente nos anos 50 e 60 do século passado, assente no luso-tropicalismo de Gilberto Freyre, tão glosado por Adriano Moreira, enquanto figura de tomo no epílogo do sistema colonial português! A afeição de tanto ilustre membro africano da CPLP por Adriano Moreira faz-me lembrar o Síndroma de Estocolmo!

           

 

{Leia o artigo na integra  na edicção 135 da Revista África21, mês de Dezembro}

 

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