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Cartum: Manifestação no Sudão termina em violência

| Editoria Política | 26/12/2018

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A manifestação convocada na terça-feira 25 de Dezembro, por organizações profissionais e partidos da oposição sudanesa, que seguia em direcção ao palácio presidencial, terminou em violência, em meio a uma ampla mobilização da polícia na capital Cartum.

Os Manifestantes exigem a destituição do Presidente Omar al-Bashir, no poder desde 1989, acusando-o de não responder aos anseios da nação subsaariana que tem sido dominada pela inflação crescente, moeda fraca e escassez de alimentos.

Um grupo de profissionais, que pediu que a greve começasse na segunda-feira nos hospitais, organizou a marcha até ao palácio presidencial para apresentar um pedido formal exigindo a renúncia de Bashir, de 74 anos, no poder desde 1989.

As manifestações que já afectaram uma dúzia de cidades, foram desencadeadas a 19 de Dezembro, devido à decisão do Governo de triplicar o preço do pão em um país em meio à crise econômica. Marcado por confrontos assassinos, este movimento tornou-se uma contestação - quase sem precedentes em três décadas - contra o poder de Omar el-Bashir.

Em um comunicado, a organização, por iniciativa da marcha, disse que exigiria a "imediata renúncia do presidente" e a "formação de um Governo de transição".

“Policiais, veículos 4x4 e veículos blindados que carregam a polícia antimotim controlam as principais ruas de Cartum no que parece ser o mais importante aparato de segurança em Cartum desde o início do movimento”, disse um jornalista da AFP.

Um dispositivo de segurança e soldados foram colocados nos telhados de edifícios nas ruas da capital onde a marcha aconteceu.

Segundo a Amnistia Internacional, 37 manifestantes foram "mortos a tiros pelas forças de segurança" desde o início do movimento. Em um comunicado, a ONG pediu as autoridades sudanesas a interromper o "uso mortal da força".

Segundo funcionários e testemunhas, oito pessoas morreram durante protestos nas províncias na semana passada. No sábado, o líder do principal partido da oposição, Sadek al-Mahdi, divulgou 22 mortos.

Omar al-Bashir está desde terça-feira na província de Al-Gazira, ao sul da capital, "acompanhado por muitos ministros", disse a agência oficial Suna.

"O Estado empreenderá reformas reais para garantir uma vida digna aos cidadãos", prometeu Bashir na noite de segunda-feira, em uma primeira reação oficial desde o início do movimento.

Na capital, Cartum, a polícia sudanesa disparou gás lacrimogéneo contra fãs de futebol que protestavam contra o Governo na noite deste domingo.

Em meio à forte presença policial, os manifestantes se reuniram em Omdurman, no centro de Cartum, e gritavam: "Liberdade! Liberdade!".

 

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