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Política

Eleições gerais adiadas para Março de 2019 em três cidades da RD Congo

| Editoria Política | 27/12/2018

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As eleições gerais, adiadas para 30 de Dezembro corrente, na República Democrática do Congo, decorrerão só em Março de 2019 nas cidades de Beni, Butembo (leste) e de Yumbi (oeste), anunciou a Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI).

Segundo a imprensa local, as eleições presidenciais, parlamentares e provinciais nas cidades orientais de Beni e de Butembo, na província de Kivu-Norte e na cidade de Yumbi, situada no oeste da RD Congo, na localidade de Bandundu, foram adiadas para Março próximo.

No entanto, a CENI declarou, num comunicado, que a votação deve realizar-se nas restantes províncias do país, a 30 Dezembro corrente, a pesar de dificuldades ligadas à instalação do material eleitoral nas assembleias de voto.

O chefe da Comissão Eleitoral, Corneille Nangaa, declarou, a 20 de Dezembro corrente, depois de uma reunião com candidatos às presidenciais na cidade capital, Kinshasa, que a sua instituição não estava em condições de fornecer  boletins de voto suficientes para Kinshasa após o incêndio no seu entreposto, que destruiu uma grande parte do material eleitoral.

« Não podemos organizar eleições gerais sem a província de Kinshasa e os eleitores desta zona representam 10 porcento do corpo eleitoral », declarou o presidente da CENI.

O período, anterior à votação, foi marcado por vários casos de violência na cidade capital e por um incêndio que destruiu vários milhares de máquinas de voto, há vários dias, o que levou o Governo a proibir qualquer campanha na cidade, a partir 19 de Dezembro corrente.

Há uma semana, o Conselho de Segurança das Nações Unidas reafirmou um apelo, lançado em Novembro último, para um processo eleitoral pacífico.

Aconselhou aos cidadãos congoleses a participarem em massa nas eleições, com respeito total pelo acordo de 31 de Dezembro de 2016, que prevê a realização das eleições em finais de 2017.

O Conselho de Segurança apelou a todos os actores políticos para respeitarem a liberdade de expressão, de reunião e de campanha sem entraves, que caracteriza o exercício democrático da vontade do povo durante este período.

O Presidente congolês, Joseph Kabila, no poder desde 2001, ano em que sucedeu ao seu paí, Laurent Désiré Kaila, então assassinado, devia retirar-se do poder em 2016, em virtude de uma proibição constitucional de disputar um mandato suplementar.

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