Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Maio de 2019

ÁFRICA

A TERRA É A FONTE DE VIDA E DA MORTE

MUNDO

A POSSSE DA TERRA, A RECOLONIZAÇÃO SILENCIOSA QUE NÃO DIZ O NOME

ÁFRICA

O DILEMA DAS TERRAS EM ÁFRICA NA VIRAGEM DO MILÉNIO

MUNDO

INTERNET - O FIM DA DECISÃO E DA LIVRE ESCOLHA?

SUDÃO

A Revolução Sudanesa: a terceira será de vez?

ESTADOS UNIDOS

DONALD TRUMP, O FIM DOS IDEAIS AMERICANOS

ANGOLA

Angola - Novas Políticas Migratórias?

ÁFRICA

Basílica de YamoussoukroO “presente pessoal” de Boigny a Cristo!

Rádio

Publicidade

Política

RD Congo expulsa representante da União Europeia

| Editoria Política | 28/12/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O governo congolês democrático anunciou quinta-feira que o chefe da representação da União Europeia em Kinshasa, Bart Ouvry, tem 48 horas para sair do país, uma medida de retaliação após a manutenção de sanções europeias contra 14 personalidades congolesas, incluindo o candidato governamental às presidenciais.

"O governo da República Democrática do Congo pede ao Conselho Europeu que convoque urgentemente o seu chefe de Missão na República Democrática do Congo dentro de 48 horas", declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Leonard She Okitundu, a três dias das eleições gerais previstas para domingo.

O chefe da diplomacia congolesa falava no seu Ministério, onde convidou os diplomatas dos países ocidentais, incluindo o chefe da delegação da UE, o belga Bart Ouvry.

"Esta medida pune, por um lado, o comportamento repreensível da pessoa em questão e, por outro lado, inscreve-se no quadro da reciprocidade", insistiu o ministro em voz tensa.

Nas suas declarações, She Okitundu referiu-se às "sanções impostas unilateralmente pelo Conselho Europeu a personalidades eminentes" da RDC.

Lembrou que havia solicitado o "levantamento" ou "suspensão" das sanções "até a realização de eleições gerais na RDC".

"Este pedido, pacientemente apresentado, continuou sem eco sobretudo após a renovação destas medidas pelo Conselho Europeu neste mês de Dezembro de 2018", prosseguiu.

A UE havia anunciado a 10 de Dezembro a prorrogação por um ano, até Dezembro de 2019, das suas sanções contra 14 dirigentes do governo do presidente congolês Joseph Kabila acusados de violações dos direitos humanos, incluindo o seu candidato às presidenciais Emmanuel Ramadani Shadary.

"O Conselho vai reexaminar as medidas restritivas tendo em vista as eleições na RDC e está disposto a adaptá-las em consequência", indicava a União Europeia.

As eleições gerais na RDC estão marcadas para domingo após três adiamentos.

Estas sanções (congelamento de activos e a proibição de visto de entrada no espaço europeu) foram aplicadas no início de 2017, quando Ramazani Shadary era ministro do Interior.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade