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Relações com países africanos nas prioridades da política externa da África do Sul

| Editoria Política | 28/12/2018

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O aprofundamento dos laços da África Austral e o continente, no seu todo, é uma das prioridades da política externa da África do Sul para 2019, anunciou a ministra sul-africana dos Negócios Estrangeiros, Lindiwe Sisulu, em declarações divulgadas hoje.

Ao passar em revista o que foi alcançado este ano e as projecções para o próximo ano, a governante sul-africana elogiou o trabalho dos diplomatas do seu país em todo o mundo na promoção e protecção da imagem desta nação da África Austral.

Destacou em particular o papel da África do Sul à frente de grupos como o BRICS e a Associação dos Países do Oceano Índico, bem como a realização, neste território, do Conselho de Ministros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Sisulu apontou para o sucesso da X Cimeira do BRICS, grupo das principais economias emergentes do mundo, que integram o Brasil, Rússia, Índia, China e a África do Sul, que teve lugar em Joanesburgo, e da 18ª reunião do Conselho de Ministros da Associação dos Países do Oceano Índico (IORA), realizada em Durban, província de KwaZulu Natal.

A ministra insistiu na importância da SADC para o desenvolvimento económico da África do Sul e deste continente e garantiu que o seu país trabalhará para assegurar que a África esteja livre de conflitos e possa implementar o seu acordo da zona de livre comércio.

“Isto permitirá que os países da SADC e do resto do continente avancem na promoção de negócios entre estas nações”, disse Sisulu, precisando que o seu país é a capital das transacções nesta região do mundo e um importante centro de transporte e tecnologia.

Expressou a sua visão segundo a qual os sectores financeiros e de transporte da África do Sul desempenham um papel importante no desenvolvimento das infra-estruturas da SADC, um área que deve ser conectada por estradas, ferrovias e aviação, bem como pela tecnologia e comunicações, premissas para o crescimento económico.

A titular da pasta das Relações Internacionais e Cooperação lembrou que a África do Sul assumirá um assento não-permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas a partir de Janeiro, uma posição que vai aproveitar para apresentar as questões de interesse para esta organização internacional, incluindo os conflitos armados em África.

“Também vamos promover o confronto com o flagelo do extremismo e do terrorismo, bem como a importância de proteger mulheres, crianças e civis em situação de conflito”, acrescentou.

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