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Egito: Prisão de 12 membros de uma rede de tráfico de órgãos

| Editoria Saúde | 10/01/2019

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O Ministério do Interior do Egito anunciou na quarta-feira,9, a prisão de 12 pessoas, incluindo médicos, parte de uma "grande rede especializada em tráfico de órgãos".

 Entre os presos estão três médicos, quatro enfermeiras, três funcionários de um  hospital particular e dois intermediários, informou o ministério, acrescentando que alguns foram presos "enquanto operavam um homem para tirar um rim e uma parte do fígado, na  província de Giza, ao sul do Cairo, em troca de US $ 10.000 (8.500 EUR).

Segundo o ministério o hospital foi fechado e uma investigação foi aberta. A rede "chegou a um acordo com os egípcios para a transferência de seus órgãos para pacientes estrangeiros em troca de grandes somas de dinheiro", diz o ministério.

De acordo com as Nações Unidas, centenas de pobres egípcios vendem seus órgãos todos os anos para comprar o suficiente para viver ou pagar suas dívidas.

Em 2010, o parlamento egípcio aprovou uma lei proibindo o comércio de órgãos humanos, bem como transplantes entre egípcios e estrangeiros, excepto no caso de casais casados.

O coordenador da Organização Mundial da Saúde na época, Luc Noël, disse que o Egito estava entre os cinco principais países em termos de tráfico ilegal de órgãos.

 

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