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FAO alerta para mudança dramática na RDC, onde a prevalência da fome disparou 11% num ano

| Editoria Sociedade | 05/02/2019

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A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) no seu último relatório aos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas, informam que oito países reúnem o maior número de pessoas, cerca de 56 milhões, que precisa de alimentos com urgência e em cinco desses países a fome crónica não para de crescer devido aos conflitos.

De acordo com as organizações internacionais citadas, na RDC, no Iémen, no Sudão do Sul, no Afeganistão e na República Centro Africana, a insegurança alimentar aumentou no final de 2018.

No mapa das maiores crises humanitárias do mundo, encontra-se a Somália, a Síria e a bacia do Lago Chade, sobretudo no nordeste da Nigéria.

Segundo o especialista da FAO, Luca Russo, na República Democrática do Congo ouve uma “mudança dramática”, onde a prevalência da fome disparou 11% num ano devido a intensificação dos confrontos no Leste à crise de pessoa deslocadas no centro do país.

Cerca de 13 milhões de pessoas precisam de ajuda de emergência na RDC, número apenas ultrapassado pelo Iémen, com quase 16 milhões de pessoas, mais da metade da população, numa situação de crise alimentar.

“ Há muitos iemenitas que estão realmente a morrer, mas não são suficiente para se declara fome”, afirma Luca Russo, adiantando que a operação humanitária no país tem servido como contenção, embora seja muito difícil chegar a certas zonas onde as pessoas não conseguem alimentar-se”, disse o especialista.

Segundo a ONU, mais pessoas poderão ficar em risco de passar fome se a ajuda for interrompida, a guerra se intensificar e portos como o Al Hudeidam o principal ponto de entrada para ajuda e importação de alimentos forem fechadas.

De acordo com projecções, mais de 10 milhões de afegãos sofrerão um défice alimentar crítico nas áreas rurais se não receberem ajuda urgente. Enquanto isso, no Sudão do Sul, “o conflito espalhou-se à maior parte do território, mantêm-se altos níveis de deslocações e há muitas famílias com acesso restrito ao mercado e sem poder cultivar os campos”, disse o assessor de Sistemas de Alerta precoce para a Fome, Peter Thomas.

Onde também não foi possível evitar um aumento da fome foi na RCA, onde esta situação atinge quase dois milhões de pessoas, a maioria deslocada em comunidades de acolhimento.

Actualmente há operações humanitárias massivas no mundo que abrangem milhões de pessoas todos os meses, mas como diz Peter Thomas, em certos casos, “ as necessidades aumentam quando a assistência não consegue chegar a quem mais necessita”.

Esta situação deve-se, em parte a ataques contra os que fornecem esta ajuda. No ano passado, registaram-se 284 vítimas, das quais 104 perderam as vidas, segundo a base de dados sobre a segurança dos trabalhadores humanitários.

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