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Governo e grupos armados centro-africanos rubricam acordo de paz

| Editoria Política | 07/02/2019

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O governo da República Centro Africana (RCA) e 14 movimentos rebeldes assinaram terça-feira,5, em Cartum (Sudão), um acordo de paz, após negociações árduas sob a égide da União Africana (UA) e com a facilitação do Sudão.

"O tempo chegou para nós virarmos uma nova página a fim de que as populações da RCA possam viver bem",  sublinhou o presidente centroafricano, Faustin-Archange Touadera, na sua declaração na cerimónia.

Presenciaram o acto organizações regionais e internacionais, bem como representantes do corpo diplomático acreditado em Cartum.

Touadera saudou "o grande apoio dado a este acordo por parceiros regionais e internacionais", apelando aos grupos armados para voltarem a Bangui e começarem a aplicar o acordo no terreno.

Declarou que o acordo abre largamente a via a um futuro promissor para o povo da República Centroafricana.

Janwa Hapuan, representante dos 14 movimentos rebeldes, declarou, por sua vez, desejar ver o acordo concluído no terreno e que  é tempo de o país viver em paz.

Do seu lado, o ministro sudanês dos Negócios Estrangeiros, Dirdiri Mohamed Ahmed,  afirmou que o acordo representa uma concretização do sonho dos pais fundadores da União Africana, segundo o qual "África resolve os seus problemas sozinha".

O Presidente sudanês, Omar el-Bashir, cujo país foi palco destas negociações, saudou o papel da UA e da Organização Económica da África Oriental, que contribuíram para facilitar as negociações e deram o seu apoio.

Apelou à União Europeia (UE) e aos Estados Unidos  para traduzirem as suas palavras em aptos e contribuírem para a aplicação do acordo no terreno, dando financiamentos e apoios logísticos prometidos.

Por sua vez, o presidente da Comissão da União Africana, Mousa Faki, indicou que o acordo rubricado se inscreve no quadro da promessa da UA de fazer calar as armas no continente antes do início do ano de 2020.

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