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Governo senegalês minimiza ameaças do ex-presidente de impedir eleições

| Editoria Política | 07/02/2019

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O ministro senegalês do Interior, Aly Ngouille Ndiaye, minimizou as ameaças do ex-presidente, Abdoulaye Wade, de impedir a realização das eleições presidenciais, a 24 de Fevereiro corrente.

“Eu acho que as declarações do ex-presidente exprimem simplesmente a posição de um líder político. Não existe nenhuma dúvida que o  escrutínio se realizará”, declarou o governante senegalês, durante uma cerimónia que marca  o início das operações de envio do material eleitoral para o interior.

Numa declaração formulada a partir de Versailles, em França, o ex-chefe de Estado senegalês criticou o regime do presidente Macky Sall e ameaçou impedir a realização do escrutínio.

"Nós vamos opor-nos à realização de uma eleição inteiramente fabricada com o único objectivo de  fazer reeleger  um candidato cujo comportamento, há sete anos, demonstrou o seu desprezo pelas regras elementares da democracia e pelo povo", disse o ex-presidente Wade, cuja candidatura do filho, Karim Wade, foi invalidada pelo Conselho Constitucional.

Prometeu voltar ao país nos próximos dias e organizar manifestações, incluindo uma a 24 de Fevereiro corrente, dia do escrutínio.

"Vamos acolhê-lo de braços abertos. Ele fez muito para este país e merece todas as considerações", disse  o ministro do Interior.

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