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EUA: Trump indica crítico do BM para presidir a entidade

| Editoria Economia | 07/02/2019

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O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, indicou David Malpass, um forte crítico do Banco Mundial (BM), para conduzir a entidade.

David Malpass, alto funcionário do Departamento do Tesouro, é uma opção controvérsa, mas se Trump conseguir o apoio da maioria dos accionistas do BM, especialmente de países europeus, terá a oportunidade de reformular a instituição.

Trump descreveu Malpass como "um homem extraordinário", que é a "pessoa correcta" para conduzir o BM - com a presidência vaga desde 1 de Fevereiro deste ano, após a renúncia inesperada Jim Yong Kim.

"Os EUA são o maior contribuinte do Banco Mundial", disse Trump. "O meu governo tornou prioridade que cada dólar dos contribuintes dos Estados Unidos seja gasto efectiva e sabiamente', afirmou.

Trump e a sua equipa atacaram reiteradamente as instituições multilaterais e Malpass liderou as acusações contra o BM e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Aos 62 anos, Malpass classificou as políticas de empréstimos das duas instituições como "corruptas" e queixou-se do financiamento oferecido à China e a outras nações relativamente ricas.

Na Casa Branca, Malpass afirmou que vai procurar implementar as reformas no BM aprovadas em 2018, após negociações para ampliar em US$ 13 biliões o capital de empréstimos da entidade. O objectivo é que países como a China recebam menos empréstimos e mais caros.

"Sou muito optimista em poder alcançar grandes avanços para gerar crescimento que nos permita combater a extrema pobreza e aumentar as oportunidades económicas no mundo em desenvolvimento", disse Malpass.

Altos funcionários americanos disseram à imprensa que Malpass e o governo de Trump apoiam esses organismos multilaterais enquanto cumprem eficientemente as suas missões.

Um funcionário descreveu Malpass como "um guerreiro feliz" e um "campeão das políticas pró-crescimento", que procura "levar crescimento económico a países de baixa renda".

Contudo, confirmaram que Malpass, que é um dos funcionários que negoceia a normalização do comércio EUA-China, defende a redução dos empréstimos a Pequim, por considerar que o gigante asiático dispõe de boas fontes de recursos e financiamentos.

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