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Saúde

OMS alerta para febre de Lassa em cinco países da África Ocidental

| Editoria Saúde | 13/02/2019

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A febre de Lassa assola atualmente cinco países da África Ocidental, anuncia um comunicado da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A doença foi assinalada na Nigéria, no Benin, no Togo, na Guiné Conakry e na Libéria e a  OMS está a esforçar-se para apoiar uma resposta à doença na região.

"Estamos preocupados com o número elevado de casos registados, muito cedo nesta temporada, da febre Lassa que deverá durar ainda quatro meses", alertou Ibrahima Socé Fall, diretor regional das urgências do Escritório Regional da OMS para a África.

A doença impera particularmente na Nigéria, onde atingiu 213 pessoas e causou 42 mortos desde o seu surgimento em diversas partes do país, em finais de janeiro uúltimo.

"A OMS trabalha com as autoridades sanitárias dos cinco países afetados para se certificar de que agentes de saúde têm a capacidade de detetar casos, e controlamos a propagação regional da doença", acrescenta Fall, citado no comunicado.

A OMS afirma ter criado um mecanismo de coordenação regional capaz de permitir aos países assinalarem qualquer caso presumível de febre de Lassa para acelerar o fluxo de informação em tempo oportuno e avaliar a situação, recomendar ações e ajudar a organizar a assistência.

A OMS indica igualmente ter contactado as autoridades sanitárias de seis países de risco, nomeadamente o Burkina Faso, os Camarões, o Gana, o Mali, o Níger e a Serra Leoa, para apoiar as suas atividades de prevenção e preparação em função das necessidades.

"A OMS continua a aconselhar a todos os países da zona da febre de Lassa a melhorarem as suas capacidades de preparação e de intervenção, em particular para a deteção precoce de casos, a confirmação em laboratório, a gestão de casos no âmbito dos cuidados por enfermeiros recomendados, a comunicação de riscos e a participação comunitária", sublinha o Fall.

Causada pela exposição humana à urina ou fezes de ratos contaminados, a febre de Lassa é uma doença hemorrágica viral aguda que aparece principalmente na África Ocidental, indica a OMS.

Mais de 80 porcento dos casos são transmitidos aos humanos por ratos, enquanto a transmissão de pessoa a pessoa se produz tanto no seio da comunidade como em locais dos cuidados sanitários.

Segundo a OMS, a prevenção da doença assenta na promoção duma boa higiene comunitária para desencorajar ratos, no armazenamento de cereais e de outros produtos alimentares em embalagens resistentes aos roedores, no despejo do lixo longe das casas, na limpeza das casas, no recurso a gatos e na limpeza adequada do corpo da pessoa falecida desta doença.

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