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Informar é uma missão "quase impossível" na Líbia

| Editoria Estudos | 19/02/2019

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 A Repórter Sem Fronteiras afirmou num comunicado, no domingo,17, que informar  tornou-se "uma missão quase impossível" na Líbia, onde a "hostilidade contra os média e os jornalistas atingiu o limite".

"Informar tornou-se uma missão quase impossível, face à diversidade de autoridades e de milícias, a oeste e este da Líbia, a procurarem silenciar jornalistas", refere a RSF.

A ONG descreveu um "estado inquietante para a liberdade de informação", no dia do oitavo aniversário da revolta que pôs fim ao regime autoritário de Mouammar Kadhafi no país.

A  RSF denunciou no comunicado coassinado com o centro líbio para a liberdade de imprensa (LCFP) que  "a situação da liberdade de informação é dramática"  neste país.

Segundo a RSF, Pelo menos 19 jornalistas foram mortos desde 2011. O último, Mohamed Ben Khalifa, era colaborador da agência Associated Press (AP) e foi morto quando fazia a cobertura dos confrontos entre milícias em Tripoli, a 19 de Janeiro deste ano.

A Repórteres Sem Fronteiras fez referência a "muitos casos de desaparecimentos, raptos e de tortura" este ano e denunciou "a impunidade total" de que gozam os autores destas acções contra os jornalistas e os media.

A ONG denuncia também os obstáculos administrativos e as "demoras intermináveis" para obter e renovar vistos ou acreditações, o que constitui outro entrave ao trabalho dos jornalistas.

A Líbia ocupa o 162º lugar, numa lista de 180 países classificados em 2018 pela RSF com um nível de implementação da liberdade de imprensa baixa.

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