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Quénia reitera apelo ao encerramento do campo de refugiados de Dadaab

| Editoria Sociedade | 22/02/2019

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O governo queniano pediu novamente ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) para fechar o campo de refugiados de Dadaab, considerado o maior do género no mundo.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Quénia enviou uma carta à agência da ONU, na qual solicita a transferência dos refugiados de Daadab para a Somália ou outros países, informou a imprensa local.

“Dadaab é usado como base para actividades que, como o terrorismo, põem em perigo a segurança nacional”, justificam as autoridades quenianas.

Noutras ocasiões, o Quénia solicitou o encerramento do local, alegando ligações do campo de refugiados com os autores de atentados do grupo armado Al-Shabaab, que opera nessa zona.

É por isso que o Ministério dos Negócios Estrangeiros reiterou que a transferência dos refugiados de Dadaab “é um problema urgente, perturbador e não resolvido há décadas”.

Por sua vez, a porta-voz do ACNUR, Dana Hughes, agradeceu ao Governo e ao povo do Quénia por generosamente acolher os refugiados e requerentes de asilo durante décadas.

Dadaab foi criado em 1991, para receber os somalis que fugiam da guerra no seu país e chegou a ter até 580 mil refugiados, em 2011, o que o tornou no maior campo de acolhimento do género no mundo.

Os dados do ACNUR estimam que actualmente alberga 209 mil e 979 pessoas.

Em 2016, o Quénia tentou fechar o campo situado no norte, mas o Supremo Tribunal de Nairobi considerou inconstitucional o repatriamento de refugiados para a Somália, de acordo com a imprensa local.

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