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Angola: BNA reduz Dívida com importações para três mil milhões

| Editoria Economia | 28/02/2019

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O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, anunciou, quarta-feira( 27)   que a dívida pública  referente a importação de mercadorias,  ficou reduzida em três mil milhões, em 2018.

José de Lima Massano, durante a  abertura do ciclo anual de conferências do BNA sobre Comércio Internacional, ao Abrigo das Cartas de Crédito, declarou que  depois da análise da legitimidade das operações cambiais e da verificação das questões de “compliance”, a dívida ficou liquidada.

O governante salientou que muitos  pagamentos  eram feitos no exterior, mas nem sempre a mercadoria entrava em Angola, numa situação que configurava práticas de branqueamento de capitais.

“Angola recorre aos mercados externos para a aquisição de bens, equipamentos e serviços, o que requer estar alinhado às boas práticas internacionais, mas, no passado, fizeram-se importações sem a garantia de condições e datas de liquidação, permitindo que a dívida no exterior, até final de 2017, atingisse esses valores”, disse o governador.

Segundo o director do Departamento de Controlo Cambial do banco central, Veloso Pedro, de Setembro de 2018 a 31 de Janeiro desse ano, o BNA empregou 1,6 mil milhões de dólares na abertura de cartas de crédito para o pagamento de mercadorias importadas, dos quais 923,43  já liquidados.

Veloso Pedro salientou que a dívida acumulada à luz desse mecanismo indicou que Setembro de 2018 foi o período em que o BNA disponibilizou mais divisas, ascendendo ao valor de 516,17 milhões de dólares.

O director do Departamento do Controlo Cambial do BNA recorreu a  dados estatísticos para apontar que em 2016, o país emitiu 308 cartas de crédito, 5.537 em 2017 e 11.162 no ano passado, quando a dívida contraída por essa via foi em grande parte liquidada.

Os bens alimentares têm um peso de 44 por cento do valor das cartas de crédito emitidas pelo BNA para pagamentos no exterior do país.
Veloso Pedro explicou que nem todas as cartas abertas são liquidadas, por cumprir uma série de requisitos, desde a análise de branqueamento de capitais, risco do cliente do ponto de vista do crédito. Em Setembro de 2018, entrou em vigor o regulamento sobre a carta de crédito, através do Aviso 05/2018, de 17 de Julho, para adequar o novo modelo de pagamento na compra de mercadoria no exterior do país.

 

 

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