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Quênia: greve surpresa paralisa o Aeroporto Internacional de Nairobi

| Editoria Sociedade | 06/03/2019

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O Aeroporto Internacional de Nairobi, Jomo Kenyatta, (JKIA) ficou completamente paralisado na manhã desta quarta-feira,06, por uma greve surpresa de seus funcionários e centenas de passageiros ficaram presos, informou á AFP.

A greve foi liderada por membros do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação do Quênia (KAWU) que protestavam a proposta de aquisição do aeroporto pela Kenya Airways.

"Estou aqui desde as 3:00 da manhã e não há vôo nem informação, e nos dizem para aguardar por mais informações", disse Mercy Mwai, uma passageira que deveria viajar, quarta-feira de manhã.

As forças de segurança estiveram no local e dispararam gás lacrimogêneo contra os grevistas.Vários passageiros e grevistas tiveram de ser tratados depois de inalarem o gás.

O secretário geral do sindicato KAWU foi preso no local, pelas as autoridades que consideram  a greve ilegal.

"Esta greve é ​​ilegal, é sabotagem e é por isso que as autoridades sindicais foram presas enquanto incitavam os trabalhadores a entrar em greve", disse o ministro dos Transportes, James Macharia.

Falando no aeroporto, o ministro dos Transportes disse que a Autoridade de Aeroportos do Quênia (KAA), com a ajuda das forças de segurança e do Kenya Airways, estavam substituindo a equipa responsável pela greve.

James Macharia garantiu que o tráfego deve recomeçar gradualmente.Um vôo com destino a Londres foi agendando  para o final da tarde.

O ministro lamentou a greve, explicando que havia discussões entre o Ministério dos Transportes e os funcionários do aeroporto, há algumas semanas.

"O que eles temem é que a proposta de fusão entre a Kenya Airways e a Autoridade de Aeroportos do Quênia resultará em perda de empregos, mas nós garantimos a eles que este não será o caso", concluiu.

Os outros dois principais aeroportos do país - Mombasa (sudeste) e Kisumu (oeste) - também foram afectados pela mudança.

O Aeroporto Jomo Kenyatta, em Nairobi, é o primeiro em termos de tráfego na África Oriental, de acordo com a KAA. Mas o aeroporto de Addis Abeba, impulsionado pelo dinamismo da companhia aérea nacional Ethiopian Airlines, está a ultrapassá-lo.

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