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RDC: Reabre a Casa europeia de obtenção de vistos um ano depois

| Editoria Política | 07/03/2019

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Na quarta-feira,06, a República Democrática do Congo (RDC) reabriu  em Kinshasa, o Centro Europeu de Vistos (CEV), harmonizando, assim, as suas relações diplomáticas com a União Europeia.

A reabertura do Centro esteve ao cargo do Encarregado de Negócios da Bélgica, Philippe Bronchain, na presença do director do gabinete do Presidente Tshisekedi, Vital Kamerhe, e do seu Conselheiro especial para a Segurança, François Beya.

A partir de sexta-feira, 08, a instituição entra em funcionamento. Tem como actividade  principal receber os pedidos de vistos Schengen (destinados a estada de curta duração) para a bélgica e de outros 17 estados que a bélgica representa na RDC.

Tais países são a Alemanha, a Áustria,  a Estónia; a Finlândia, a França, a Hungria e a Itália. Inclui ainda países como a Letónia, a Lituânia, o Grande Ducado de Luxemburgo, assim como Noruega, os Países Baixos, Portugal, a Eslováquia, a República Checa, a Eslovénia e a Suécia.

A reabertura do CEV aconteceu um anos depois do seu encerramento, na sequência do diferendo que envolvia   as partes ligadas ao processo eleitoral congolês, e por  a UE ter acusado e sancionado alguns caciques do antigo regime por supostamente violarem os direitos humanos durante as manifestações políticas na RDC.

A normalização das relações entre a Bélgica e a  RDC resulta  da alternância do poder, com a substituição de Joseph Kabila por Félix Tshisekedi, na presidência da república.

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