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Moody’s aponta Angola com dívida a crescer e perspetivas económicas modestas

| Editoria Economia | 12/03/2019

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A agência de notação financeira Moody’s considerou, segunda-feira,11, que o ‘rating’ atribuído a Angola (B3) é adequado devido à forte subida do endividamento durante a queda dos preços do petróleo e às “modestas” perspetivas de evolução da economia.

A Moody’s caracterizou o perfil de crédito de Angola como sendo  uma “baixa força económica, com perspectivas económicas modestas a médio prazo e níveis relativamente baixos de riqueza numa economia petrolífera caracterizada pelos baixos níveis de diversificação e competitividade”, lê-se numa nota da instituição.

Na análise, cujo objectivo é averiguar se os ‘ratings’ atribuídos a vários países e bancos africanos está adequados não só aos pares, mas também às condições da economia, os peritos da Moody’s lembram que a solidez financeira é ‘muito baixa’, “em parte devido aorápido crescimento da dívida durante o choque petrolífero, que  excedeu 75% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2018”.

A força institucional ‘muito baixa’ “é indicativo da fraca capacidade das autoridades no que diz respeito à eficácia do Governo e à capacidade para implementar políticas”.

  Por seu turno, a possibilidade de   um evento de risco é “moderada”, essencialmente devido aos riscos de falta de liquidez, que foram “potenciados pelo alto nível de endividamento” nos últimos anos.

A Moody’s divulgou um conjunto de análises aos principais países do continente africano, incluindo Angola, Moçambique, Nigéria, Egito, Ilhas Maurícias, Arábia Saudita, Omã e África do Sul, entre outros.

  A agência de ‘rating’ refere que conduz estas análises periódicas “através da revisão do portefólio, nas quais a Moody’s reavalia a adequação de cada ‘rating’ no contexto da metodologia, desenvolvimentos recentes e uma comparação do perfil financeiro e operativo dos pares, que também são avaliados”, concluiu.

 

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