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RefugiadosAs cifras da vergonha!

| Editoria Sociedade | 13/03/2019

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Por Mário Pedro

ACNUR estima em cerca de 70 milhões o novo recorde de refugiados e deslocados no Mundo

São perto de 70 milhões osrefugiados e deslocados internos que foram forçados a abandonar os seus lares, devido às guerras, conflitos ou perseguições, em várias partes do mundo. Os dados são do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que atestam um novo recorde.

ASUBIDA DO GRÁFICO tem a ver, em grande medida, com a agudização da crise na República Democrática do Congo, a guerra no Sudão do Sul, o êxodo de milhares de rohingyas, de Mianmar para o Bangladesh, bem como as vagas de migrantes africanos no Mediterrâneo, rumo à Europa. Mais de 2 mil desses morreram em naufrágios, devido à precariedade das embarcações usadas pelos contrabandistas.

Estatisticamente falando, uma em cada 110 pessoas, em todo o mundo, é deslocada. Dois terços são deslocados internos, ou seja, no seu próprio país, sendo que a Síria, oAfeganistão, Iraque, Colômbia, República Democrática do Congo e o Sudão do Sulconstituem os principais focos de deslocamentos forçados internos.

A Síria também é o país com mais deslocados no mundo – 12 milhões, ou seja, quase dois terços da sua população.Fora os 5,3 milhões de palestinianos, deslocados há décadas, o segundo país com a maior população refugiada é o Afeganistão (4,7 milhões), seguido do Iraque (4,2 milhões) e do Sudão do Sul (3,4 milhões). O panorama no Sudão do Sul também é inquietante, tendo em conta que a crise de deslocamentos forçados, neste jovem país africano, é a que “conhece o crescimento mais rápido no mundo”, segundo o ACNUR.

Relevantes são, também, os três milhões de refugiados e migrantes venezuelanos que abandonaram o país, nos últimos três anos, fugidos da crise política e económica e da hiperinflação. O conflito na Síria, que começou em 2011, continua a gerar o maior número de refugiados (5,5 milhões). 20% Dototal dosmais de 70 milhões são palestinianos. Os demais são oriundos, principalmente da Síria, Afeganistão, Sudão do Sul, Mianmar(1,2 milhões) e Somália(986.400).

O ACNUR observa que 85% dos refugiadosvivem em países de rendimentos baixos ou médios e que um em cada três (4,9 milhões) é acolhido por países menos desenvolvidos.Em contrapartida, os países industrializados, portanto ricos, opõem-se a recebê-los. A outra constatação é que a maioria da população deslocada é jovem, sendo 53% delas crianças, muitas das quaisnão acompanhadas ou separadas dos progenitores ou outro familiar.

(Leia o artigo na integra  na edicção nº137 da Revista África21, mês de Março)

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