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Política

PAIGC vence eleições na Guiné-Bissau

| Editoria Política | 14/03/2019

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Segundo dados provisórios, o Partido Africano para a Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde venceu as legislativas. Com 46,1 por cento dos votos, o PAIGC obteve 47 dos 102 assentos parlamentares que compõem a Assembleia Nacional.

No entanto, para governar, o PAIGC será forçado a negociar com os três  pequenos partidos políticos que conseguiram sete assentos, mormente  o Partido Parti Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), a União para a Mudança (UM) e o Partido da Nova Democracia (PND).

Todavia, o PAIGC terá perante si os deputados que o abandonaram em Agosto de 2018, para formar o MADEM G-15, conquistando 27 assentos, e que aliaram-se ao Partido de Renovação Social (PRS), com 21 assentos, formando um bloco de 48 deputados.

Segundo os resultados provisórios, o partido do falecido Kumba Yala, que obteve 41 assentos em 2014, perde o seu estatuto de primeira formação política da oposição guineense.

Para evitar que o país volte a descambar numa violência política, os grandes partidos engajaram-se recorrer aos meios legais, como o Tribunal supremo, em caso de contestação dos resultados.

De acordo com o presidente da CNE, Pedro Sambù, o pleito correu bem, não havendo, até agora, qualquer contestação.

A população e a comunidade internacional esperam que a eleição venha a resolver e não agravar a crise que o país atravessou desde a demissão, em Agosto de 2015, pelo Presidente Mário Vaz, do então Primeiro-ministro Domingos Simões Pereira.

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