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Dia da libertação da África Austral junta chefes de Estados da SADC

| Editoria Política | 25/03/2019

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Celebrou-se no dia 23 de março no Cuito Cuanavale, província angolana do Cuando Cubango, o primeiro aniversário do Dia da Libertação da áfrica Austral.

Trata-se da localidade onde, entre os anos de 1987 e 1988, se desenrolou a Batalha do Cuito Cuanavale, que abriu caminho à queda do Apartheid (regime de segregação racial) na África do Sul e independência da Namíbia.

O Chefe de Estado de Angola e o da Namíbia presidiram o acto, à celebração do dia 23 de Março, numa cerimónia que contou com a presença dos chefes de Estados da região, da RDCongo, do Congo Brazzaville, da Namíbia e do Zimbabué e em que João Lourenço procedeu à condecoração de vários militares.

Ao discursar, no passado sábado, no acto que assinalou o Dia da Libertação da África Austral, o Chefe de Estado angolano afirmou que a batalha quebrou o mito de invencibilidade do exército do antigo regime de segregação racial da África do Sul.

Na sua intervenção, Lourenço destacou o contributo prestado, no quadro da batalha, pelos governos de Cuba e da Rússia. Disse ainda que foi necessário fazer frente aos perigos da política militarista e expansionista do Apartheid para garantir o progresso e bem-estar da região.

Foi nesse contexto, prosseguiu o Presidente, que os países da linha da frente decidiram criar a 1 de Abril de 1980, na Zâmbia, a Conferência para a  Coordenação e Desenvolvimento da África Austral.

A organização tinha como fim harmonizar as políticas económicas dos países da África Austral (SADCC), para reduzir a sua dependência do regime do Apartheid, que defendia a supremacia racial.

No "acto político" marcado na província angolana do Cuando Cubango, o chefe de Estado da Namíbia e Presidente em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Hage Geingob, disse que “se não fosse o sacrifício dos filhos da terra, não haveria liberdade, vários participantes da batalha do Cuito Cuanavale, sacrificaram as suas vidas em busca da libertação da região e consequente independência da Namíbia, pelo que rendemos homenagem ao presidente Fidel Castro pelo apoio e de Angola” ocorrida há mais de 30 anos.

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