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Banco Mundial tem um novo presidente

| Editoria Economia | 08/04/2019

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David Malpass foi eleito sexta-feira,5, novo presidente do Banco Mundial pelo conselho executivo da referida instituição, candidato único proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e crítico das instituições internacionais.

O norte-americano 63 anos, vai exercer as suas funções presidenciais, a partir de 9 de Abril, por um período de cinco anos (regra tácita).O anúncio realizou-se na semana anterior às reuniões de Primavera entre o Banco Mundial (BM) e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que decorrem em Washington.

"O processo incluiu uma nomeação aberta e transparente onde qualquer cidadão dos membros do banco poderia ser proposto por qualquer director executivo ou governador. Seguiu-se uma exaustiva diligência e uma entrevista ampla com o senhor Malpass pelo conselho executivo", indicou o Banco Mundial em comunicado citado pela agência Efe.

Só os Estados Unidos apresentou candidato e nenhum outro país ofereceu alternativa para presidir à principal instituição financeira dedicada ao desenvolvimento global.

David Malpass era, até agora, subsecretário de Estado para os Assuntos Internacionais no Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

Crítico das instituições internacionais, como o Banco Mundial e o FMI, e com uma ampla experiência política em Washington e em finanças em Wall Street, Malpass suavizou o discurso nas últimas semanas, após ser proposto para o cargo pelo presidente Donald Trump.

O economista foi uma das primeiras nomeações  de Trump ao chegar à Casa Branca e fez parte do conselho de assessores económicos da sua campanha eleitoral.

Na passagem ao Tesouro, o novo presidente do Banco Mundial deu mostras de compromisso, já que foi um dos responsáveis pela decisão de o país aprovar um aumento de capital de 13 mil milhões de dólares para o organismo a que agora presidirá, algo a que se tinha oposto no princípio do seu mandato.

Recentemente, interrogado sobre quais seriam as suas prioridades se fosse eleito para presidir ao Banco Mundial, Malpass disse que recentraria a instituição "no coração da sua missão", indicando como necessária a saída da pobreza por parte dos países mais pobres e a redução do acesso ao crédito de países mais desenvolvidos, como a China.

Candidato único proposto por Donald Trump, David Malpass é ex-economista-chefe da Bear Stearns and Co e assessorou a campanha eleitoral de Trump em 2016. Substitui o médico sul-coreano, Jim Yong Kim, que renunciou ao cargo em Janeiro para participar de um fundo privado, especializado na construção de infraestrutura.

Em 2012, quando foi selecionado pela primeira vez para liderar o Banco Mundial, Jim Yong Kim, enfrentou dois adversários (da Nigéria, a ministra Ngozi Okonjo-Iweala, o ex-ministro colombiano José Antonio Ocampo) ao contrário de David Malpass que é único candidato para o posto.

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