Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Março de 2019

MÉDIO ORIENTE

Nas areias movediças do Médio Oriente

ÁFRICA

Drogas em África As novas rotas do tráfico de heroína

ÁFRICA

A África a mercê de um Triângulo Voraz

ÁFRICA

África Oriental O regresso ao grande investimento nos Caminho-de-ferro

MUNDO

RefugiadosAs cifras da vergonha!

ÁFRICA

Estaca da África em Brexit

MUNDO

Racistas ou nem por isso?

EGITO

O futuro do Egipto passa pela energia solar

Rádio

Publicidade

Sociedade

Angola precisa de 39.000 milhões de kwanzas para reintegrar mais de 117 mil ex-militares

| Editoria Sociedade | 10/04/2019

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O Instituto de Reintegração Socioprofissional dos Ex-Militares (IRDM) de Angola afirmou esta terça-feira, 9 de abril, que precisa de 39.000 milhões de kwanzas (108 milhões de euros) para reintegrar mais de 117 mil ex-militares desmobilizados ao abrigo dos quatro acordos de paz assinados desde 1991.

O anúncio foi feito à imprensa pelo director da instituição, Domingos Tchikanha. Ainda estão por reintegrar 80.000 ex-militares, cerca de 13.000 deficientes e 24.000 viúvas e órfãos de guerra, um processo que está a ser “condicionado” pela crise económica, financeira e cambial que o país africano atravessa desde finais de 2014.

“Para reintegrá-los precisaríamos Angola precisa de 39.000 milhões de kwanzas (108 milhões de euros). O factor financeiro é o grande ‘handicap’ porque havendo condições financeiras seria fácil a reintegração socioeconómica desses efectivos”, declarou Tchikanha.

“É preocupação do Governo criar todas as condições com vista a reintegração condigna daqueles que ao longo de muitos anos, se bateram nas frentes de combate a aceitar depor as armas, criando as condições propícias para a paz em Angola”, acrescentou.

As declarações forma feitas numa conferência de imprensa realizada em Luanda, enquadrada na comemoração do 24º aniversário do Instituto, criado a 14 de abril de 1995. O director do IRSM indicou 2022 como a meta para reintegração dos ex-militares na vida socioprofissional e produtiva do país.

O IRSM é um órgão do estado angolano que tem como função assegurar a implementação e o desenvolvimento de uma política de apoio à reintegração socioeconómico e profissional dos ex-militares.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade