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Angola precisa de 39.000 milhões de kwanzas para reintegrar mais de 117 mil ex-militares

| Editoria Sociedade | 10/04/2019

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O Instituto de Reintegração Socioprofissional dos Ex-Militares (IRDM) de Angola afirmou esta terça-feira, 9 de abril, que precisa de 39.000 milhões de kwanzas (108 milhões de euros) para reintegrar mais de 117 mil ex-militares desmobilizados ao abrigo dos quatro acordos de paz assinados desde 1991.

O anúncio foi feito à imprensa pelo director da instituição, Domingos Tchikanha. Ainda estão por reintegrar 80.000 ex-militares, cerca de 13.000 deficientes e 24.000 viúvas e órfãos de guerra, um processo que está a ser “condicionado” pela crise económica, financeira e cambial que o país africano atravessa desde finais de 2014.

“Para reintegrá-los precisaríamos Angola precisa de 39.000 milhões de kwanzas (108 milhões de euros). O factor financeiro é o grande ‘handicap’ porque havendo condições financeiras seria fácil a reintegração socioeconómica desses efectivos”, declarou Tchikanha.

“É preocupação do Governo criar todas as condições com vista a reintegração condigna daqueles que ao longo de muitos anos, se bateram nas frentes de combate a aceitar depor as armas, criando as condições propícias para a paz em Angola”, acrescentou.

As declarações forma feitas numa conferência de imprensa realizada em Luanda, enquadrada na comemoração do 24º aniversário do Instituto, criado a 14 de abril de 1995. O director do IRSM indicou 2022 como a meta para reintegração dos ex-militares na vida socioprofissional e produtiva do país.

O IRSM é um órgão do estado angolano que tem como função assegurar a implementação e o desenvolvimento de uma política de apoio à reintegração socioeconómico e profissional dos ex-militares.

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