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Angola: Governo admite que resposta às calamidades e desastres causadas pela chuva não se tem revelado suficiente

| Editoria Sociedade | 11/04/2019

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As recentes chuvas, acompanhadas de ventos fortes em Luanda no passado domingo, 7 de abril, causaram a inundação de 410 residências, além de 15 casas terem ruído, deixando o mesmo número de famílias desalojadas, bem como dezenas de ruas e valas de drenagem inundadas, principalmente na zona periférica.

Ao intervir em Luanda, na quarta-feira, 10, na Reunião da Comissão Nacional de Protecção Civil e aprovação do quadro de recuperação à seca no sul do país 2019-2022, o secretário de Estado do Interior para o Asseguramento Técnico de Angola, Salvador Rodrigues, disse lamentar a desadequada “prestação de serviços básicos e de socorro, por falta de meios essenciais, incluindo muitas vezes a exiguidade de verbas”.

“ Embora tenhamos um plano nacional de preparação, contingência, resposta e recuperação de calamidades e desastres, a nossa intervenção no terreno não se tem revelado oportuno e suficiente”, afirmou, acrescentando que “neste contexto, tendo em conta a degradante situação social em que se encontram as populações afectadas e não existindo stock suficiente de meios e bens para atenuar o sofrimento, é urgente e necessário que a Proteção Civil se preocupe e se debruce sobre o assunto”.

Segundo o balanço provisório oficia da época das chuvas no país, que compreende o período entre 15 de agosto de 2018 e o dia 2 de abril deste ano, já morreram 209 pessoas, tendo 100 destes óbitos sido causado por descargas eléctricas, 101 por afogamento e oito por soterramento após o deslize de terras, além dos prejuízos corresponderem a quase 3.000 milhões de kwanzas (8,3 milhões de euros).

O relatório da Comissão informa igualmente que as chuvas causaram 350 feridos e 23.784 famílias afetadas, correspondentes a 114.463 pessoas, bem como destruíram 3.829 residências, danificaram outras 6.038 e inundaram 13.897, além de 85 igrejas, 98 escolas e nove centros médicos. Ocorreu também a morte de 137 cabeças de gado, a destruição de 7.553 hectares de lavras, de quatro pontes rodoviárias e de cinco postes de iluminação pública e a queda de 224 de árvores.

No entanto Salvador Rodrigues lembrou que o relatório abrange apenas os dados correspondentes até ao dia 2 de abril do ano em curso, o que significa que não está incluída a informação sobre as fortes chuvas que caíram ao longo da semana e que causaram mais vítimas mortais, com destaque para as províncias de Benguela, Luanda, Huíla, Bié, Cabinda e Uíge.

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