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Missão da UE em retirada de Trípoli

| Editoria Política | 11/04/2019

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A Missão da União Europeia decidiu retirar na quarta-feira,10, de Trípolipara Tunes as suas tropas, na sequência da intensificação do conflito entre o Governo de União Nacional (GNA) e o Exército Nacional da Líbia (LNA).

O director da Capacidade Civil de Planeamento e Planeamento da União Europeia, brigadeiro Vincenzo Coppola, foi quem deu a ordem de retirada à única missão europeia na Líbia.

A missão da ONU na Líbia apelou a uma trégua humanitária que permitisse retirar feridos dos últimos combates. Segundo a ONU, nos últimos dias morreram 50 pessoas e milhares têm fugido da capital nas últimas horas.

 Segundo o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, há meio milhão de crianças em risco

Após seis anos na Líbia, a Missão da União Europeia de Assistência à Gestão Integrada das Fronteiras na Líbia (EUBAM) que trabalhou até 2018 com sede na capital tunisina abandonou aquele país.

Quando foi instalada em Tripoli, a EUBAM passou a ter como meta o apoio às autoridades líbias para desmantelar as redes de criminalidade organizada envolvidas no tráfico de seres humanos e no terrorismo.

No terreno, as forças comandada por Khalifa Haftar estão a lutar contra os soldados leais ao primeiro-ministro Fayez al-Serraj no subúrbio da capital e junto ao antigo aeroporto internacional, que já tinha sido atacado pela aviação.

De acordo com Vincenzo Coppola a ofensiva do Exército Nacional da Líbia, liderada por Haftar, deixou a EUBAM "sem interlocutor nem condições de segurança", pelo que a missão, composta por 20 operacionais e liderada pelo italiano Vincenzo Tagliaferri, retira-se para Tunes.

Khalifa Haftar tem o apoio mais ou menos explícito de países como o Egipto, Emirados Árabes Unidos, Rússia e França. O Governo de União Nacional é reconhecido pelas Nações Unidas e pela UE. Além destas forças, há ainda várias milícias e o Estado Islâmico.

A ONU suspendeu sem data prevista, a realização da conferência nacional, que estava marcada para os dias 14 e 15 deste mês, em Gadamés, que tinha como objectivo sentar as duas facções à mesa e marcar eleições presidenciais.

A retirada do pessoal civil da União Europeia foi antecedida, no domingo, pela saída de parte do contingente militar dos Estados Unidos. A nota do Comando das Forças Armadas em África (AfricCom) não especificou o número de soldados que retirou nem o seu destino.

O enviado das Nações Unidas Ghassan Salamé permanece em Tripoli, mas parte do pessoal também saiu para a vizinha Tunísia.

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