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Presidente da União Africana condena golpe militar no Sudão

| Editoria Política | 12/04/2019

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O presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Faki Mahamat, condenou, na quinta-feira,11, o golpe militar que depôs o presidente do Sudão, Omar al Bashir, após estar 30 anos no poder.

Em comunicado divulgado pela UA em Adis Abeba, Etiópia, o presidente expressou "a convicção da União Africana de que a tomada do poder pela via militar não é a resposta adequada para os desafios que o Sudão enfrenta e as aspirações de seu povo".

Faki Mahamat lembrou a Declaração de Lomé de 2000 sobre mudanças inconstitucionais de Governo e a Carta Africana sobre Democracia, Eleições e Governabilidade, que "condenam veemente qualquer mudança inconstitucional de Governo ".

"Em vista dos eventos em curso, o presidente reitera essas disposições e deseja uma pronta reunião do Conselho de Paz e Segurança (da UA) para considerar a situação e tomar as decisões apropriadas", refere uma nota oficial, citado pela agência de notícias EFE.

O presidente também pediu "calma e máxima contenção" às partes envolvidas, "e respeito aos direitos dos cidadãos, dos estrangeiros e da propriedade privada, no interesse do país e do seu povo".

A UA apelou realização de "um diálogo inclusivo para criar condições que permitam satisfazer as aspirações dos sudaneses à democracia, a boa governação e ao bem-estar, assim como o restabelecimento da ordem constitucional o mais rápido possível".

A organização africana expressou sua "solidariedade" para com o povo do Sudão e prometeu apoiar o país neste período, em conformidade com os seus instrumentos e princípios pertinentes.

O ministro da Defesa do Sudão, general Awad Ibn Auf, anunciou que o presidente Bashir está detido "em um lugar seguro" e que o exército decidiu iniciar um Governo de transição de dois anos.

Omar alBashir foi deposto após a pressão nas ruas dos protestos que começaram há quatro meses e que, nos últimos dias, levaram os militares a ficarem do lado dos manifestantes.

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