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A soberania monetária e o CFA

| Editoria Economia | 25/04/2019

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Em 2017, o ativista beninense Kemi Séba queimou publicamente uma nota de 5000 francos CFA em Dacar, e passou vários meses atras das grades antes de ser absolvido pela justiça senegalesa e desde então a polemica acerca da última moeda colonial em circulação em Africa não parou de crescer. Em janeiro de 2019 um dos «amigos» europeus de Séba, o italiano Luigi di Maio, do Movimento Cinco Estrelas, no poder em Roma, agarrou  a deixa lançada por intelectuais e artistas africanos para acusar a França de «empobrecer Africa» e de obrigar milhares de africanos a emigrar para a Europa.

Criada na sequencia dos acordos de Bretton Woods em 1945, a moeda única da «zona do franco» é atualmente em circulação em 14 países da União Económica e Monetária da Africa Ocidental (UEMOA), da Comunidade Económica e Monetária da Africa Central (CEMAC) e nas Comoras, totalizando 155 milhões de habitantes. Inicialmente indexado à moeda francesa, segundo uma paridade fixada unilateralmente pelo Banco Central francês, o CFA è, desde a criação da moeda única europeia, arrimado ao Euro. A politica monetária da zona é agora conduzida pelo Banco Central Europeu (BCE), sediado em Francoforte. Mas é o Tesouro francês que continua a garantir a convertibilidade do CFA em troca do deposito de 50 % da totalidade das reservas cambiais dos países africanos.

Para o economista e ex-ministro togolês Kako Nabukpo (autor do livro «Sortir l´Afrique de la Servitude Monetaire» publicado em 2016) a tutela exercida por Paris sobre as politicas económicas dos países da zona CFA não é apenas um anacronismo neocolonial. Impede, de facto, as reformas estruturais das suas economias. A limitação do credito e as altas taxas de juro travam os investimentos produtivos, criadores de riquezas e de empregos, ao mesmo tempo que a força e a estabilidade do CFA favorecem as importações e penalizam as exportações e que a convertibilidade incitam à fuga de capitais, sejam eles legais ou produtos da corrupção.

(Leia o artigo na integra  na edicção nº138 da Revista África21, mês de Abril)

 

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