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ASCENSÃO E QUEDA DO DITADOR OMAR AL-BECHIR

| Editoria Política | 25/04/2019

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Após trinta anos de uma governação com mão de ferro, o presidente sudanês Omar al-Bechir, cai em consequência da intensificação de manifestações de rua que começaram com o anúncio do aumento do preço de combustíveis, que culminou com um golpe militar palaciano executado pelo seu homem de confiança, o vice-presidente e ministro da Defesa, Awad Auf.

 Ao fim de três décadas no poder, o ditador sudanês, Omar al-Bechir foi deposto pelo exército que anuncia abertura de um “ciclo de transição política” de dois anos, que para os milhares de manifestantes que durante semanas a fio precipitaram a queda de um dos “homens fortes” de África, tem o sabor de um rebuçado amargo e anuncia um futuro incerto ao nível democrático das exigências populares.

A confirmação do afastamento do líder autoritário surgiu na televisão pelo número dois de Béchir, o vice-presidente e ministro da Defesa, Awad Ibn Auf, que entre vários comunicados declarou o estado de emergência com suspensão da constituição, instauração de recolher obrigatório, formação de um conselho militar para governar o país durante dois anos, após os quais serão marcadas eleições presidenciais.

O general Awad Auf ordenou de imediato a libertação dos presos políticos e o encerramento de portos, aeroportos e espaço aéreo por 24 horas, indicando que o deposto presidente Béchir se encontrava sob custódia militar em “em local seguro” ... Recorde-se Béchir é acusado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) de crimes contra a humanidade, genocídio e violação. Os militares golpistas invadiram a sede do Movimento Islâmico, uma organização criada por Béchir, para alargar a base popular do seu partido, o Congresso Nacional.

A movimentação do exército foi desencadeada quando os manifestantes que tinham criado uma espécie de acampamento aglomerado às portas de um quartel militar, ao mesmo tempo que tinham cercado o palácio residencial presidencial, começaram a ser vítimas de unidades da polícia de intervenção rápida e de grupos de milícias particulares do presidente, que tentavam arredar os manifestantes do local causando vários mortos.

 

(Leia o artigo na integra  na edicção nº138 da Revista África21, mês de Abril

)

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