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A Nação Arco-Íris está doente!

| Editoria Artigo | 26/04/2019

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“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, pela sua origem ou ainda pela sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar (1994) ”.

Por Bem Sira

O postulado é de Nelson Mandela– o carismático líder anti-apartheid e “pai” da Nação Arco-Íris, por ocasião do nascimento de uma nova África do Sul, fundada na justiça, paz, liberdade e fraternidade entre os homens. Estava-se longe de pensar que estes princípios alguma vez viriam torpedear a determinação da erradicação definitiva das sequelas do regime de apartheid.  

O mesmo que o manteve no cárcere, por 27 anos (1963 – 1990), pela sua oposição a este regime de segregação racial. A luta foi assumida por toda a África. Muitos patriotas anti-apartheid foram aqui acolhidos e protegidos, sobretudo nos países da África Austral que, por isso, pagaram com sangue e destruição das suas infraestruturas.

Vinte e cinco anos após a instauração do regime democrático, de maioria negra, este passado de luta foi esquecido e as antigas vítimas do apartheid converteram-se em algozes dos forasteiros de cor, acusados pelas suas desgraças sociais. Daí os actos de violência xenófoba que se vêm abatendo sobre todos quantos um dia aportaram à África do Sul, em busca de melhores oportunidades de vida.

O governo escuda-se num pretenso aproveitamento criminoso das dificuldades económicas para justificar os desvarios dos seus cidadãos. Por ocasião de uma reunião, em Pretória, entre responsáveis diplomáticos e policiais e os embaixadores da SADC e de outros países alvos, o embaixador zambiano, Emmanuel Mwamba, pediu aos políticos sul-africanos contenção verbal nos seus pronunciamentos de campanha para as eleições de 8 de Maio.

Numa dessas acções de campanha, na província do KwaZulu-Natal, palco das mais violentas manifestações de xenofobia dos últimos tempos, o presidente Cyril Ramaphosa ter-se-á excedido em relação aos comerciantes expatriados. "Toda a gente chega às nossas townships e monta negócios sem licenças e autorizações. Vamos acabar com isso e aqueles que estão a operar ilegalmente, seja de que sítio venham, devem agora saber (...) ".

 

 

(Leia o artigo na integra  na edicção nº138 da Revista África21, mês de Abril)

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