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ONU reitera apoio no combate ao Ébola na RDC

| Editoria Saúde | 10/05/2019

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, reitera o apoio de todo o sistema da organização aos esforços para se pôr termo à epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDC), segundo um comunicado oficial.

Intervindo no quadro da situação epidemiológica no país, Guterres declarou-se preocupado com o número de novos casos no leste deste país, de acordo com a nota lida por Farhan Haq, porta-voz adjunto de Guterres.

Pesem embora importantes mudanças na intervenção contra a patologia, o secretário-geral sublinhou a sua dedicação a uma abordagem colectiva à escala das Nações Unidas, nas zonas afectadas pelo vírus, onde a resposta é levada a cabo pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em colaboração com os líderes congoleses no leste do país, precisou Farhan Haq, porta-voz adjunto de Guterres.

"Nesta fase crítica", sublinhou Haq, citando Guterres, "recursos suplementares são necessários” antes de apelar aos Estados-membros e às organizações parceiras para fazerem com que as agências participantes no combate à epidemia do vírus de Ébola disponham de recursos necessários para eliminarem esta doença.”

O Secretário-Geral felicitou o Governo, instituições e o povo congoleses pela resposta dada ao vírus Ébola e que permitiu conter a epidemia em várias zonas das províncias onde numerosos grupos armados combatem as forças governamentais, há anos.

Guterres saudou "a bravura dos membros, pessoal de segurança, de saúde e de organizações humanitárias presentes na RD Congo, que arriscam as suas vidas num clima difícil, marcado por conflitos e pela insegurança, nomeadamente ataques contra estabelecimentos sanitários e centros de tratamento de Ébola. 

O Ministério congolês da Saúde, num comunicado, refere que mil e oito pessoas morreram devido ao vírus, desde que a epidemia foi declarada, a 1 de Agosto de 2018. As mortes  foram registadas nas províncias de Kivu-Norte e de Ituri.

 

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