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Saúde

Angola precisa cerca de 60 mil enfermeiros

| Editoria Saúde | 13/05/2019

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Angola celebrou ontem, 12 de maio, o Dia Mundial da Enfermagem e dos Enfermeiros, numa altura em que se debate com poucos Recursos Humanos neste sector. Ainda recentemente, no passado mês de Fevereiro, a Ministra angolana da Saúde, Sílvia Lutucuta, admitiu que são necessários 30 mil médicos e 66 mil enfermeiros para responder às necessidades de uma população atendida actualmente, segundo estimativas oficiais, apenas por 28 mil enfermeiros.

Segundo os profissionais deste sector, são numerosos os desafios em relação ao futuro. Melhores condições salariais, de trabalho e promoção das carreiras são algumas das reivindicações dos enfermeiros angolanos que representam mais de 70% da força de trabalho de um sistema nacional de saúde com carências. Com efeito, ao defender um maior investimento público no sector, a Ordem dos Enfermeiros de Angola revelou ontem que mais de 10 mil profissionais estão no desemprego quando o sistema de saúde do país precisa de mais Recursos Humanos.

Numa mensagem divulgada ontem, o Presidente João Lourenço enalteceu a “dedicação e sacrifício” da classe em Angola, sublinhando as “condições difíceis” em que os enfermeiros levam avante a sua missão. Ao admitir que o Estado “deve continuar a empenhar-se cada vez mais na melhoria das condições de vida e de trabalho” dos profissionais do sector, o chefe de Estado recordou que o Governo aprovou o novo “regime de carreira” cujo objectivo é o reconhecimento e valorização da classe, um regime que abrange actualmente cerca de 7 mil enfermeiros, segundo o executivo.

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