Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Abril de 2019

ANGOLA

A MOCHILA PESADA DA DÍVIDA PÚBLICA NO FUTURO DE ANGOLA

ARGÉLIA

Argelia: A revolução, passo a passo

MOÇAMBIQUE

Ciclone Idai devasta centro de Moçambique

ÁFRICA DO SUL

A Nação Arco-Íris está doente!

SUDÃO

ASCENSÃO E QUEDA DO DITADOR OMAR AL-BECHIR

ANGOLA

Os paradoxos da dívida e o papel da China

ÁFRICA

A soberania monetária e o CFA

MUNDO

Cuidado com os abutres !

Rádio

Publicidade

Política

Moçambique: Frelimo e Renamo discordam nas acusações de manipulação do recenseamento

| Editoria Política | 14/05/2019

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O Instituto Eleitoral da África Austral (EISA), organização da sociedade civil da região, acusou esta segunda-feira, 13 de maio, o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) de reduzir o número de eleitores nas zonas dominadas pela oposição para as eleições gerais de 15 de outubro.

A acusação consta de um estudo intitulado “Uma análise a partir da distribuição das brigadas de recenseamento eleitoral para as eleições de 2019 em Moçambique”, que foi elaborado pela delegação em Moçambique da referida organização não-governamental (ONU) da África Austral.

Nessa análise, o EISA considera que “a distribuição das brigadas de recenseamento eleitoral foi para facilitar o registo de eleitores em zonas sob forte influência da Frelimo e reduzir o número de eleitores nas regiões sob domínio da oposição.

Em entrevista, o porta-voz da Frelimo, Caifadine Manasse, desconsiderou a acusação feita, tendo dito que o partido no poder entra em todos os escrutínios para conquistar o eleitorado de todo o país e que a acusação de que o recenseamento eleitoral está a ser manipulado a seu favor é uma “falácia”.

Por sua vez, o porta-voz da Renamo declarou que estão a ocorrer “graves irregularidades” nas zonas favoráveis à oposição, concordando assim com as constatações da EISA, que são “evidentes e críveis”. José Manteiga relembrou que o maior partido da oposição já tinha feito denúncias à Comissão Nacional de Eleições (CNE) sobre o ocorrido.

Avarias nas máquinas, cortes de energia e abertura tardia dos postos de recenseamento foram algumas das irregularidades alegadamente verificadas nas zonas onde tradicionalmente se vota na oposição.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade