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Estados Unidos: ONU preocupada com entrada de armas na Líbia

| Editoria Política | 15/05/2019

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O Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, mostrou-se “profundamente preocupado” com as informações que dão conta de entradas de armas na Líbia.

António Guterres que falava ao Conselho de Segurança da ONU, onde apresentou um relatório sobre a operação “Sofia” disse que os confrontos na Líbia são fomentados pela introdução de armas que entram pelo país por várias vias, incluindo pelo mar.

A operação "Sofia" foi lançadapela União Europeia (UE) em 2016, com base numa resolução do Conselho de Segurança.

Em Fevereiro último, as autoridades dos portos e das alfândegas líbios, formadas pela UE, confiscaram vários carros blindados no porto de Misratah (220 quilómetros a leste de Trípoli) e em Janeiro de 2019 no porto de Khumus (120 quilómetros a leste da mesma cidade).

De acordo com António Guterres, nos últimos anos, se tem feito carregamento de armas destinadas aos beligerantes líbios, apesar do embargo decretado pelas Nações Unidas sobre as armas.

O porta-voz do Exército Nacional líbio, o general Ahmed Mismeri, anunciou que as armas iranianas e drones turcos acabavam de chegar às mãos de milícias armadas de Trípoli.

Numa entrevista à cadeia árabe "Sky News", o general Ahmed Mismeri acrescentou que a implementação de algumas técnicas de controlo necessitam de uma formação longa.

O general Ahmed Mismeri também disse que os estrangeiros supervisionam a introdução de drones na Líbia num prazo de 48 horas.

A Turquia participa directamente nos confrontos, afirmou.

Os confrontos entre o Governo de União Nacional de Fayez Sarraj, reconhecido pela comunidade internacional, e o autoproclamado Exército Nacional líbio sob o comando do marechal Khalifa Haftar fizeram 454 mortos, dois mil 154 feridos e 60 mil deslocados

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