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RDC: HRW pede julgamento contra o chefe de Estado-maior adjunto

| Editoria Política | 16/05/2019

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A Organização não-governamental Human Rights Watch (HRW) pediu na quarta-feira,15, ao julgamento do chefe do Estado-maior adjunto das Forças Armadas Congolesas (FARDC), o tenente -general Gabriel Amisi Kumba, pelos crimes cometidos em Kisangani.

A HRW acusa o general Gabriel Amisi de estar envolvido em várias atrocidades cometidas na cidade de Kisangani (Norte), pelo então movimento rebelde União Congolesa para a Democracia (RCD-Goma), na época apoiada pelo Rwanda.

 “Para reprimir uma revolta, os membros do alto comando da RCD-Goma coordenaram uma violenta campanha de repressão, matando cegamente os civis, e matando sumariamente sem discernimento os combatentes capturados, cometendo várias violações, agressões e pilhagens sistemáticas”, denuncia a ONG.

Segundo a Human Rights Watch mais de 160 pessoas foram mortas em poucos dias, nos crimes em que esteve implicado o general Amisi " em 2002.

As investigações feitas pela HRW, dão conta que o general Gabriel Amisi, esteve “directamente implicado nas torturas” das vítimas onde foi visto na região de Tshopo, antes de os combatentes da RCD-Goma executarem sumariamente os agentes da Polícia e militares governamentais.

A ONG acusa também o responsável militar congolês de ter comandado as forças que massacraram 56 civis e raptaram muitos outros, durante a ofensiva contra uma milícia maï-maï, então aliada do governo, em Setembro de 2002.

Num relatório, peritos independentes acusaram o antigo chefe de Estado-maior das Forças terrestres de ter dirigido uma rede de venda de armas aos movimentos rebeldes do Leste da RDC, o que lhe custou a função que exercia, mais continuava a ter grandes influências em torno de Joseph Kabila.

 

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