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Economia

FMI prevê que crescimento da economia moçambicana caia de 3,8% para 1,8%

| Editoria Economia | 27/05/2019

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o crescimento da economia de Moçambique caia dos 3,8%, previstos para este ano, para 1,8%, devido aos ciclones Idai e Kenneth, antevendo um ressalto para uma taxa de 6% em 2020.

“Espera-se que o crescimento recupere e a inflação desacelere em 2010, graças aos esforços de reconstrução e condições de normalização dos sectores económicos mais afectados pelo ciclone”, pode ler-se no relatório divulgado pela organização internacional, em linha com as previsões das autoridades do país.

O documento surge a propósito da concessão de um financiamento de 118 milhões de dólares a Moçambique, livre de juros. Esta quantia servirá para permitir ao país enfrentar os efeitos do IDAI, que atingiu o Centro do país em março e que causou a morte de 603 pessoas, afectou 1,5 milhões de habitantes e destruiu várias infraestruturas.

O FMI atevê taxas de crescimento de 4% em 2021 e 2022, previsões que sobem para 9,2% em 2023 e 11,5% em 2024, devido à exploração de gás natural.

A riqueza produzida por Moçambique deverá chegar este ano aos 15.100 milhões de dólares, prevendo-se que daqui a cinco anos seja dois terços maiores, ou seja, de 24.200 milhões de dólares. É ainda referido que a inflação poderá ser mais alta do que aquela prevista este ano (8,5% em vez de 5,5%), devido ao “choque provocado pelo ciclone Idai na disponibilidade de alimentos na região centro, que representa cerca de um quinto do Índice de Preços do Consumidor”.

O relatório indica também que medidas legislativas e institucionais “forma adotadas e estão em andamento para fortalecer a boa governação, transparência e prestação de contas, mas é necessário mais trabalho”.

Sobre a dívida pública moçambicana, a análise de sustentabilidade incluída nos documentos nota que a mesma continua acima dos valores máximos prudenciais, mas com uma perspectiva “sustentável”. Segundo o documento, estima-se que a dívida do sector público no final de 2018 tenha chegado a 110,5% do Produto Interno Bruto (PIB), mais 0,1% que em 2017, evoluindo para 117% em 2019 e 111,4% em 2020, sobretudo devido aos encargos do Estado ao entrar como sócio nos consórcios de petrolíferas internacionais que vão explorar o gás natural.

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