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Política

Tunísia quer aderir à Convenção Anti-Corrupção da UA

| Editoria Política | 28/05/2019

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A Tunísia é signatária, desde 2003, da Convenção da União Africana sobre a Prevenção e Luta contra a Corrupção, mas a sua adesão a ela tarda em acontecer, devido a alguma falta de interesse dos seus sucessivos governos, referiu o presidente do Instituto Nacional de Luta contra a Corrupção, Chawki Tabib.

Durante uma audiência pela Comissão Parlamentar dos Direitos, Liberdades e Relações Exteriores sobre o projecto de Lei Básica sobre a aprovação da adesão da Tunísia à Convenção, Tabib considerou que esta falha se deve a um problema de burocracia.

“O Instituto Nacional de Luta contra a Corrupção pretende reforçar as relações da Tunísia com os países africanos, nomeadamente nos domínios económico e comercial e melhorar a imagem da Tunísia junto da opinião pública africana e internacional, sobretudo quando sabemos que a Tunísia consta das listas negra e cinzenta por não cooperar internacionalmente na luta contra a corrupção ", declarou Tabib.

Segundo ele, a Tunísia cumpre todos os critérios exigidos pela Convenção da União Africana para a Prevenção e Combate à corrupção, nomeadamente a protecção dos denunciantes e a criação de um órgão independente para  a luta contra a corrupção.

Enfatizou os benefícios, para a Tunísia, de aderir a esta Convenção, frisando que a adesão será uma mensagem de confiança e segurança para investidores, nomeadamente africanos.

Também pediu a adesão da Tunísia ao grupo de países que lutam contra a corrupção, sublinhando que o Instituto Nacional Tunisino de Luta contra a Corrupção deu passos importantes no sentido desta filiação, mas que está bloqueado ao nível dos serviços do primeiro-ministro, devido às condições relacionadas com a necessidade de conceder imunidade a peritos  internacionais que evoluírem na Tunísia.

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