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Política

Tensão na Guiné-Bissau onde PR não nomeia Primeiro ministro

| Editoria Política | 30/05/2019

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Continua a tensão política e social na Guiné-Bissau, onde o Presidente José Mário Vaz ainda não nomeou o novo primeiro-ministro, saído das eleições legislativas de Março, que o PAIGC ganhou.

O líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, acusa a comunidade internacional de não pressionar o Presidente Vaz, a nomear o primeiro-ministro e ameaça com manifestações que podem ir até ao palácio presidencial.

Os atrasos na indicação, pelo Presidente José Mário Vaz, do nome do novo primeiro-ministro, saído das eleições de Março passado, fazem aumentar a tensão política e social naquele país. Os partidos da oposição acusam o líder do PAIGC de querer incendiar o país e dar um golpe de Estado.

O PAIGC, pela voz do seu líder, Domingos Simões Pereira, deu um ultimato ao Presidente da República, dizendo que se o novo primeiro-ministro não for nomeado dentro dos próximos dias, colocará o povo na rua para manifestar a sua indignação.

Simões Pereira pediu às Forças Armadas no sentido de "abrirem as alas", para permitir que o povo manifeste a sua indignação.

Em reacção, os partidos Madem e PRS consideraram que Domingos Simões Pereira está a apelar à insurreição popular e a “piscar o olho” aos militares, no sentido a que haja um golpe de Estado contra o Presidente José Mário Vaz, que coloque em causa a paz social.

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