Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Junho de 2019

ANGOLA

Situação Económica de Angola

ANGOLA

Informação e Percepção da Economia Angolana

ANGOLA

Recordar o passado para encontrar soluções

ÁFRICA

FATALIDADES E ESPERANÇAS DA ECONOMIA AFRICANA

AFEGANISTÃO

LISTA NEGRA DOS SOLDADOS DO PROFETA

ANGOLA

OS DESAFIOS PARA AS ELEIÇÕES DE 2022

ÁFRICA

ADAPTAR OS EXÉRCITOS AFRICANOS AOS NOVOS INIMIGOS

ANGOLA

MPLA - O CONGRESSO DO REJUVENESCIMENTO

Rádio

Publicidade

Política

Moçambique deverá ter acordo de paz definitivo até Agosto

| Editoria Política | 03/06/2019

-A / +A

Imprimir

-A / +A

 "O mais tardar no início de Agosto, o acordo de paz definitivo tem de ser celebrado", anunciou este domingo o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, no final de um encontro em Chimoio, com o líder da RENAMO, Ossufo Momade.

Moçambique deverá ter um acordo de paz definitivo até à primeira semana de Agosto. Esta foi, pelo menos, a intenção expressa este domingo (02.06) pelo o líder do maior partido da oposição, Ossufo Momade.

"O mais tardar no início de agosto, a cessação definitiva ou o acordo de paz definitivo tem de ser celebrado. Se assim for, até às eleições [marcadas para 15 de Outubro] a população saberá que a paz definitiva foi celebrada e há-de ser um grande momento. Foi um encontro fraternal", disse Nyusi, no final do encontro.

Moçambique realiza eleições gerais a 15 de Outubro. Os moçambicanos vão eleger os membros do Parlamento, o Presidente - com Filipe Nyusi e Ossufo Momade como candidatos - e, pela primeira vez, os governadores provinciais, que deixam de ser nomeados pelo poder central.

Tal como o Presidente moçambicano, também o líder da oposição quer selar a paz definitiva ainda antes da votação. "Gostaríamos que, em Agosto, pudéssemos ter o acordo de cessar-fogo", referiu Momade, e, nesse sentido, o encontro em Chimoio foi "muito importante para o país e para o mundo".

"Vamos realizar eleições sem que tenhamos as forças da RENAMO nas matas. Vamos desmobilizar e outra parte vai para a Polícia da República de Moçambique (PRM)", acrescentou o presidente da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO).

Desde a assinatura de um memorando de entendimento, em Agosto do ano passado, o Governo enquadrou em lugares de comando e chefia das Forças Armadas um total de 14 oficiais da RENAMO e dez oficiais deverão ser integrados em postos da Polícia.

Apesar das divergências, Filipe Nyusi sublinhou, este domingo, que Junho deverá ser o mês do arranque operacional do processo de desarmamento e reintegração dos guerrilheiros da RENAMO. E para se assinar o acordo de paz definitivo no país, todas as armas devem ter sido entregues.

Mas falta ainda definir alguns aspectos para a execução destes planos, diz o chefe de Estado. "Naturalmente há aspectos jurídicos que têm de nortear isso. Por exemplo, uma das questões que temos de ver é a da lei da amnistia. Tem de ser criada", acrescentou o Presidente moçambicano, por forma a que os que largam as armas tenham a certeza de que "não vão ser perseguidos aqui ou acolá".

O chefe de estado admitiu que ainda este mês ou no próximo haja novo encontro de concertação. Nyusi e Momade discutiram ainda a necessidade de angariar apoios, de um lado e outro, para a organização de uma conferência de doadores para suportar os custos do processo de reintegração dos guerrilheiros da RENAMO.

O enquadramento de Ossufo Momade no final do processo, depois de assinada a paz, é outro assunto a discutir, lembrou Filipe Nysui. O chefe de Estado considera que o líder da RENAMO não pode continuar a viver "na Gorongosa, no mato, toda a vida: tem de sair", referindo-se ao refúgio do líder da oposição, junto dos guerrilheiros.

O encontro deste domingo (02.06), em Chimoio, vem na sequência de outros encontros entre os dois líderes, realizados na capital, Maputo, a 27 de Fevereiro e 7 de Março.

 

 

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade