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Política

Sudão: Conselho Militar de Transição promete convocar eleições dentro de nove meses

| Editoria Política | 04/06/2019

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O Conselho Militar de Transição no Sudão decidiu parar de negociar com a Aliança para a Liberdade e Mudança, que lidera os protestos contra os militares no poder e realizar eleições dentro de nove meses.

As forças armadas, que governam o Sudão desde 11 de Abril, anunciaram o cancelamento do acordo que havia sido alcançado com os manifestantes e prometeram convocar eleições no prazo de nove meses, segundo o chefe do Conselho, general Abdel Fattah al-Burhane, num comunicado transmitido pela televisão oficial.

O Reino Unido e a Alemanha pediram segunda-feira uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre o Sudão, que deverá realizar-se hoje, terça-feira. O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o uso excessivo da força, pelas autoridades sudanesas, contra os manifestantes.

Também a França e os Estados Unidos condenaram a repressão, que consideraram “brutal”.

Entretanto, o número de mortos, no país, subiu de 30 para 35, nas últimas horas, após terem sido contabilizados mais cinco mortos no distrito de Bahri, em Cartum. Também há a registar centenas de feridos, após uma acção militar sobre os manifestantes acampados junto ao quartel-general do Exército, que exigiam a transferência de poder para uma autoridade civil.

Num comunicado divulgado na sua sede, em Addis Abeba, a União Africana pede ao Conselho Militar de Transição que proteja os civis de mais agressões e "uma investigação imediata e transparente" para levar perante a justiça os responsáveis por estas mortes”.

Também apelou às partes para que "regressem urgentemente às negociações" para chegar a um "acordo inclusivo" que permita criar uma autoridade civil transitória.

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