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Política

DONALD TRUMP, O FIM DOS IDEAIS AMERICANOS

| Editoria Política | 05/06/2019

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O “sonho americano” constituiu sempre o ethos dos Estados Unidos, o sal dos seus ideais, representados pela famosa estátua da Liberdade, que se ergue poderosa às portas de New York, a imagem que consagra a liberdade e igualdade, a mobilidade social e a crença profunda da iniciativa e do mérito pessoal, independente de raças e credos.

Donald Trump inverteu todos os valores, a Democracia resvalou para um sistema de Oligarquia, apagou-se a chama da estátua da Liberdade.

Por Pedro Vila Nova

Um dos motivos que os americanos orgulhosos invocavam sobre o seu sucesso militar, que os tornou invencíveis ao longo da sua história, consistia em afirmar que a sua força residia na defesa de causas justas, defender direitos inerentes ao próprio ser humano, que constituem a pedra angular da Declaração de Independência:

“Consideramos estas verdades como evidentes em si mesmas, que todos os homens foram criados iguais, foram dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, e que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade”.

Frente às críticas de que os americanos nunca cumpriam à risca o que prometiam respondiam apenas que era um processo complexo, muito complicado, mas que, apesar de tudo, comparados com os outros países, os Estados Unidos estavam à frente. Diziam que o seu sistema era o melhor adequado à Humanidade, e que pela sua dinâmica progressiva, era o único capaz de promover o bem-estar do Homem.

Apesar de pequenos casos de amor por ditaduras e regimes abertamente opressores, os prosélitos americanos justificavam-se dizendo que tudo era por uma causa maior, ou para evitar uma tirania pior, e repetiam a ladainha do parágrafo anterior. E, que em último caso, nunca virariam as costas às democracias ocidentais.

A DISSOLUÇÃO DA DEMOCRACIA AMERICANA

Hoje, temos o estranho sentimento de estarmos a contemplar a derrocada e dissolução dos Estados Unidos, da sua democracia e dos seus valores mais profundos, de que pugnavam a nível internacional. Um recente estudo da Universidade de Princeton, afirma que a democracia na sua essência já não existe.

Questionando “Quem realmente governa?” os investigadores Martin Gillens e Benjamim I. Page argumentam que nas últimas décadas, o sistema político americano deslizou vagarosamente da democracia para uma oligarquia, na qual os grandes milionários ganharam muito poder.

Utilizando quadros de informação sobre 1800 iniciativas políticas, entre 1981 a 2002, concluíram que a maioria esmagadora de desfechos legislativos no Congresso e no Senado favorecia uma minoria da população contra a imensa maioria do país.

Vejamos alguns exemplos, muito resumidamente, que abalam as convicções dos analistas mais moderados, preocupam uma grande franja da população americana e que traçam um quadro preocupante e sinistro do “sonho americano”.

(Leia o artigo na integra  na edicção nº139 da Revista África21, mês de Maio)

 

 

 

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