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Política

União Africana suspende Sudão após escalada de violência

| Editoria Política | 07/06/2019

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A violência registada no Sudão – que já matou mais de uma centena de pessoas desde o início da semana – levou a União Africana (UA) a suspendê-lo da organização continental.

O anúncio foi feito esta quinta-feira, pela organização, na sequência de uma reunião de emergência, em Addis Ababa (Etiópia), sede da organização, para debater a escalada de tensão no Sudão.

A UA condenou veementemente, em comunicado, a “perda de vidas inocentes” e apelou às forças de segurança sudanesas para garantirem a “protecção dos civis e o respeito pelos Direitos Humanos”.

“O Conselho de Paz e Segurança da União Africana suspende, com efeitos imediatos, a participação da República do Sudão em todas as actividades da organização até ao estabelecimento efectivo de uma Autoridade Civil de Transição, como a única forma de permitir a saída do país da actual crise”, acrescenta a UA.

Em causa está a repressão contra manifestantes pró-democracia, em Cartum que, desde segunda-feira, conduziu à morte de 120 pessoas.

Os líderes do movimento de oposição recusaram na quarta-feira negociar com os generais no poder, aumentando o clima de incerteza no país, depois de o regime de Omar al-Bashir ter sido derrubado há dois meses pelos militares. O maior receio é que o clima de instabilidade conduza a uma guerra civil, agravando a situação do país.

Esta quinta-feira, o Departamento de Estado dos EUA apelou ao fim da violência no Sudão, sobretudo maior contenção por parte das forças de segurança, desejando ainda que um executivo de transição possa promover “eleições numa data adequada.”

As Nações Unidas (ONU) anunciaram na quarta-feira a retirada de funcionários não essenciais do Sudão, sobretudo da área humanitária, face ao aumento da violência no país.

 

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