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Bienal de Luanda discutida em Paris

| Editoria Cultura | 07/06/2019

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A primeira edição da Bienal de Luanda, que acontece em Setembro, foi discutida no Fórum Unesco-África-China,em Paris pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, e o Secretário-geral Adjunto da organização, Édouard Motoko.

O encontro de Paris foi dominada pelas questões logísticas, marketing, protocolo e financeira que culminou com a assinatura de acordo de cooperação.

Este ano, o evento celebra a cultura de paz como instrumento de harmonia e irmandade entre povos através das manifestações culturais e cívicas.

“A cultura deve servir como meio de unidade, coesão, amizade e um desafio para as futuras gerações”, disse a ministra da Cultura, Carolina Cerqueira durante o Fórum Unesco-África-China, em Paris.

O director-geral adjunto da Unesco, Édouard Motoko, assegurou o engajamento da organização para a realização dos fóruns de ideias e dos jovens, dois importantes eixos da Bienal 2019. 

Sua realização em Angola é prova da vontade política do governo de estabelecer uma cooperação cada vez mais estreita com a Unesco com vista a promoção de uma cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo do país no fortalecimento da paz e da reconciliação nacional.

A Bienal de Luanda insere-se na estratégia operacional da Unesco para África (2014-2021). Visa criar um movimento africano capaz de disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em domínios como a defesa dos direitos humanos e das minorias.

O evento, co-organizado pelo governo de Angola em parceria com a Unesco e a União Africana visa reforçar a cooperação internacional.

O festival dará aos criadores a oportunidades de exibirem peças de  arte e folclore, gastronomia e dança. Durante cinco dias, artistas, elites políticas, representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais e desportistas estabelecerão um intercâmbio cultural.

 

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