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Economia

Moçambique acolhe Cimeira de Negócios EUA-África

| Editoria Economia | 19/06/2019

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A capital de Moçambique, Maputo acolheu na terça-feira,18, pela primeira vez, a Cimeira de Negócios EUA-África, juntando dez presidentes e representantes do Governo dos Estados Unidos, além de empresários.

Delegações de empresários do Zimbabwe, Marrocos, Namíbia, Botswana, África do Sul, Malawi, Nigéria, Egipto, Angola e Tunísia, entre outros países africanos, confirmaram a presença, informou a Confederação das Associações Económicas (CTA), a maior associação patronal do país.

Além do chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, confirmaram a presença os presidentes José Mário Vaz, da Guiné-Bissau; Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, da Guiné Equatorial; Paul Kagame, do Rwanda; Hage Geingob, da Namíbia; Mokgweetsi Masisi, do Botswana; Uhuru Kenyata, do Quénia; Egdar Lungu, da Zâmbia; Mswati III, rei do Essuatiní (antiga Swazilândia) e Emerson Mnangagwa, do Zimbabwe.

A Cimeira decorre sobre o lema "Promover uma parceria resiliente e sustentável entre os EUA e África" e vai prolongar-se até ao dia 21, juntando pelo menos mil altos executivos de empresas dos EUA e dos países da região.

A CTA espera que o encontro funcione como "uma plataforma de promoção de negócios e investimentos entre o sector privado norte-americano e de África".

A Cimeira acontece num dia em que o consórcio liderado pela norte-americana Anadarko vai anunciar a Decisão Final de Investimentos para a exploração de gás na Área 1 da Bacia do Rovuma, norte de Moçambique, um dos maiores investimentos de sempre no país e cujo plano de desenvolvimento está avaliado em 25 mil milhões de dólares, o dobro do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

A CTA acredita que será uma grande oportunidade para desenvolver parcerias e aceder ao mercado de petróleo e gás, que é "bastante exigente".

Na reunião, serão debatidos temas como  turismo, energia, agronegócio e o acesso aos mercados norte-americanos para a colocação de produtos nacionais.

"O primeiro ganho que Moçambique terá será a sua exposição aos olhos do mundo. Imaginem nesse momento, todos os holofotes estarão virados para Moçambique e não seremos notícias pelo ciclone, mas sim por ser terra de oportunidades", disse a confederação.

 

Em 2018, segundo dados do Banco de Moçambique, citados na CTA, Moçambique exportou para os EUA perto de 99,3 milhões de dólares e importou 198 milhões de dólares.

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