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Política

Guiné-Bissau: PAIGC toma posição sobre decisão do PR

| Editoria Política | 20/06/2019

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O PAIGC, vencedor das eleições legislativas de 10 de Março, na Guiné-Bissau, vai reunir hoje, 19 de junho, o seu Bureau Político, para analisar a situação política do país.

"Depois disso vai saber-se qual a posição do PAIGC", afirmou Domingos Simões Pereira, que falava aos jornalistas, depois de um encontro com a missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que se encontra em Bissau também para analisar a situação política do país.

"Nós recebemos isso com absoluta serenidade e estamos convictos que a utilização dos mecanismos democráticos vão permitir ultrapassar essas dificuldades", afirmou Domingos Simões Pereira.

O Presidente José Mário Vaz recusou quarta-feira o nome de Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, para o cargo de primeiro-ministro, pedindo ao partido para indicar outro nome. Simões Pereira foi demitido por José Mário Vaz em 2015 do cargo de primeiro-ministro.

Sobre o encontro com a CEDEAO, realizado numa unidade hoteleira de Bissau, o presidente do PAIGC disse que a missão exprimiu a "sua insatisfação" pelo facto de não estarem a ser registados progressos no país.

"Nós partilhamos com a missão o nosso sentimento de que há entidades que procuram por outras vias conseguir aquilo que o voto popular não lhes deu, nem a Constituição da República, nem as leis em aplicação na República da Guiné-Bissau. O que nós esperamos é que as instâncias sub-regionais sejam muito claras e muito firmes no seu pronunciamento", afirmou Simões Pereira.

As eleições legislativas no país realizaram-se a 10 de Março, mas o Presidente José Mário Vaz só na sexta-feira passada começou a ouvir os partidos para indigitar o primeiro-ministro e consequente nomeação do Governo.

Apesar de já ter marcado as eleições presidenciais, para 24 de Novembro, o Presidente guineense continua sem indigitar o futuro primeiro-ministro e nomear o Governo, mais de três meses depois de realizadas as legislativas.

José Mário Vaz termina o seu mandato de cinco anos no domingo próximo.

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